quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Teoria da Terra Oca

No século XVII, o astrônomo britânico Edmond Halley, um dos grandes estudiosos de astronomia de todos os tempos. Foi quem primeiro disse que um cometa possuía ciclos periódicos no Sistema Solar, esse cometa recebeu seu nome. Calculou órbitas planetárias, entre outras coisas, porém estudou bastante os pólos do nosso planeta. Em especial o Pólo Norte e a aurora boreal. E para explicar a aurora boreal, em 1691 ele criou a Teoria da Terra oca, magnetismo seria criado nos pólos, pois o planeta possuiria camadas espaçadas entre si. E em cada camada, haveria vida.
Muitos escritores, e muitas histórias sobre esta teoria surgiram ao longo dos anos posteriores, como de Júlio Verne, John Cleves Symmes, Jr..


Representação feita por John Cleves Symmes, Jr
Nos anos de 1920, um almirante da marinha americana, chamado Richard Byrd, voou pelo Pólo Norte e foi o primeiro a voar sozinho pelo Pólo Sul. Mas muitos teóricos acreditam que ele foi muito além disso. Dizem que em 19 de Fevereiro de 1947, Byrd voava pelo Pólo Norte quando viu um buraco na neve e jogou o seu avião dentro do buraco, entrando no interior da Terra. Alguma força estranha tomou controle de sua aeronave, atraindo-o para uma cidade subterrânea. 
Conversaram com ele, diziam ser os donos do planeta e desaprovaram o uso, por exemplo, de armas nucleares. Byrd retornou e o governo o proibiu de contar qualquer palavra do que havia acontecido.



Esta teoria teria saído de seu diário pessoal, que fora publicado nos anos noventa. Porém outros dizem que a informação é incorreta, pois neste dia ele estaria em uma exploração da marinha próximo do Pólo Sul, bem longe do Pólo Norte. Muitos garantem que esta história foi inventada para encobrir a descoberta de Byrd.

Byrd retornando para os EUA

De toda forma ainda segue sendo um mito, ninguém jamais comprovou nada, porém a teoria em si já é bastante interessante. Não poderiam existir cidades subterrâneas e um planeta oco? Cidades mais avançadas que nosso mundo conhecido?

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

O inframundo Maia de Xibalbá

Na Península de Yucatán, além das construções Maias famosas, existem densas florestas. E estas florestas são cheias de cavernas. E por conta destas cavernas, pesquisadores mexicanos, em 2007, foram em busca do que as histórias dos jesuítas espanhóis contavam, nas proximidades da cidade de Tahtzibichen, ao norte da península. As histórias contavam que os Maias possuíam um templo subterrâneo nesta região.

Representação de como seria o inframundo



A expedição entrou em cavernas alagadas e mergulharam até quarenta e cinco metros para achar pilares, pedaços de esculturas e inscrições maias.
Mas foi na superfície que encontraram algo mais intrigante. Um complexo de templos enorme, com vias de concreto, uma pirâmide desmoronada e muitos ossos.
De fato na mitologia Maia existe um inframundo chamado de Xibalbá. E atualmente arqueólogos acreditam que esta caverna misteriosa é onde os maias acreditavam ser a porta para o inframundo.
De acordo com o livro mitológico Maia Popol Vuh, o mundo do medo era dominado pelo Senhor da morte, fazia todos que entrassem no inframundo passar por câmaras de tortura, com muito sangue, facas, morcegos, escuridão, frio e jaguares.

E dentro dessa caverna, existem de fato câmaras parecidas com essas das lendas. Com muitos morcegos, com temperaturas baixas, muito escuras, um local onde pode ter sido usado para colocar sangue e até mesmo uma sala com muitos ossos de jaguares.
Muito provavelmente a caverna existiu muito antes dos textos serem escritos. Isso significa que os textos devem ter se baseado em uma história e um lugar real. Se a história é real, será que o senhor da morte não é real também?


De acordo com o livro dos príncipes jaguares ou o livro Chilam Balam, em um momento o caminho para as estrelas desceu à Terra e trouxe 139 deuses dos céus para a Terra. O que mais poderia dizer isto?
Será que então extraterrestre vieram para o nosso planeta e fizeram sacrifício e torturas com nós? O que de fato ocorreu quando esses supostos deuses chegaram?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Os mistérios dos Shuaras no Equador

Padre Carlos Crespi
No leste do Equador, no meio das florestas andinas, vive um povo chamado Shuaras. Também conhecidos na região como caçadores de cabeças. Além de manterem diversos mistérios como, por exemplo, a caverna dos Tayos.
Um padre italiano ficou famoso no meio do século XX ao ajudar muito os indígenas locais. O Padre Carlos Crespi ajudou muito os locais e nunca pediu nada em troca. Assim, os indígenas presenteavam com o que tinham. Porém o mais estranho era o que tinha nesses presentes.

Abaixo estão alguns presentes dados ao Padre:


 
Todos eram artesanatos de pedras, ouro, prata e outros metais locais. Mas com desenhos, inscrições, símbolos que não eram associados a nada a cultura Shuara. Eram capacetes com estranhos desenhos e símbolos, pirâmides com gatos, pessoas que pareciam faraós egípcios, escritas que em nada se assemelhavam as locais, seres metade homem metade animal.
O teórico Erich Von Däniken escreveu um livro O Ouro dos Deuses, em que questionava a real procedência dos presentes dos Shuaras para o padre Crespi. Em 1975, um explorador chamado Stanley Hall, inspirado pelo livro de Von Däniken, decidiu ir sozinho até o Equador e conversar com o padre. Hall fez um documentário completo com todos os presentes além de entrevistas com o padre. Um presente que chamou muita atenção era uma chapa de metal com inscrições jamais decifradas. Era uma simbologia estranha, nunca vista na história. Hall montou uma expedição para descobrir o que havia de especial naquela caverna. Juntou mais de cem homens, incluindo pessoas interessadas no assunto, como o astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua.
Neil Armstrong à esqueda e Hall à direita
Já de início ficaram barbarizados com o que viram. A caverna parecia ter sido esculpida por alguma máquina, portas gigantescas com formatos geométricos levavam ao interior da caverna. Porém apenas encontraram anéis, e itens que datavam de mil e quinhentos anos antes de Cristo, mas nada que se parecia com os artefatos do padre Crespi.
Em 1991, Hall retornou para o Equador e encontrou com Petronio Haramio, um equatoriano que disse que quando criança costumava mergulhar num rio que fica atrás da região da caverna de Tayos e entrou por uma passagem embaixo da água, saindo dentro da caverna, mas em uma parte não acessível por terra. Lá, Petronio encontrou diversas câmaras com objetos de metal, de pedra e livros com folhas de metal que se assemelhavam com os presentes dados ao padre Crespi.


Quando se preparavam para mergulhar e buscar a entrada secreta, Petronio veio a falecer e levou consigo o segredo do túnel que levaria para a caverna. E anos mais tarde, em 2008, Hall também veio a falecer.
Porém sua filha, Eileen Hall, decidiu continuar o trabalho do pai. Mas, assim que Eileen retornou para o Equador, descobriu que quase todos os artefatos do padre Crespi haviam desaparecido logo após sua morte em 1982. O que poderia ter acontecido? Teriam roubado os artefatos? Os índios que presentearam poderiam ter tomado de volta e devolvido para o lugar de onde tiraram?
Eileen continuou as expedições no Equador, buscando outros artefatos que para qualquer arqueólogo os nativos jamais poderiam ter feito, pois não tinha relação alguma com a cultura local. Pareciam muito mais com artefatos de outras civilizações que nunca estiveram no Equador. Abaixo vemos um exemplo. Um ser de proporções estranhas com um crânio alongado, muito parecido com os crânios da família do Rei Akhenaton e Nefertiti no Egito.
Será que egípcios teriam cruzado os oceanos para chegar até o Equador ou ambos foram influenciados pela mesma fonte?