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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Crânios alongados ao redor do mundo

Viajando a Cahuachi no Peru, mesma re- gião onde existem as linhas de Nazca, cer- ca de 500 anos depois de Cristo, a tribo que vivia naquela região e que teria segundo muitos, sido a responsável pela construção das linhas, desapareceu misteriosamente por completo. E deixou para trás uma enorme desordem no local. E apenas em 1910, quando um antropólogo foi até Nazca para estudar os povos que viveram na região. Durante uma escavação, ele ficou chocado com o material deixado por estes povos ali. Algo que ele nunca tinha visto até então. Seus crânios: possuíam uma deformidade muito anormal para os estudiosos da época, um alongamento enorme de todo o crânio. Por que faziam isso? Ou de onde vieram esses crânios alongados? Ou até mesmo, seriam realmente humanos?
Ao longo dos anos, à medida que fomos conhecendo e desvendando mais o planeta e seus mistérios, descobrimos que os povos de Cahuachi no Peru não eram os únicos que possuíam crânios com esta deformação. Como por exemplo, quando em 1870 um botânico alemão em expedição pelas florestas do Congo descobriu tribos que fazia a deformação de suas cabeças desde crianças. Com tecidos presos às cabeças muito apertados, eles conseguiam ao longo dos anos promover um alongamento dos ossos do crânio. Mas afinal para que faziam e fazem isso ainda hoje? Qual o propósito de tudo isso? Será que diferenciar elite do resto da sociedade? Será que tentam demonstrar ou ter uma maior capacidade e habilidade mental, com um cérebro maior do que o comum? Ou queriam copiar seus deuses?
E neste último ponto que muitos apóiam, alguns sugerem que os crânios alongados seriam um mimetismo dos deuses astronautas, pois, são muito parecidos com os greys.
Porém outro lado dos cientistas diz que seria apenas uma demonstração artística corporal, como tatuagens, piercings entre outras coisas. Mas, o fato é que alongamento de crânios não existe apenas no Peru e no Congo, é na verdade um fenômeno global. Existem diversos achados em ilhas no Pacífico; em Malta; em várias regiões da África e na América do Sul. Como tantas regiões diferentes tiveram a mesma ideia de deformarem seus crânios? Alguém teria que ter os ensinado como alongar os crânios e teriam que ter tido alguma inspiração para tal feito. Até mesmo para famosos cientistas é inconcebível que tudo tenha ocorrido ao mesmo tempo por uma simples coincidência, teria que ter havido algum tipo de influência.
Quando ainda vamos mais além, chegamos ao Egito Antigo. Apenas para relembrar um pouco, muito antes dos faraós, muito antes das pirâmides, a história egípcia conta de uma época, o começo dos tempos. Diz a lenda que essa época foi marcada pelo momento em que os deuses desceram dos céus em bolas voadoras. E de acordo com os textos antigos, ele seria Neteru, um deus que veio do Cosmo, e junto a ele vieram outros deuses das estrelas, como Íris e Ísis, mais precisamente da constelação de Orion, e da estrela Sírius. Dizem que os deuses das estrelas nasceram dali. E o interessante é que as estrelas que vemos nos céus foram realmente nascidas dali, um berço de estrelas. Ou seja, a religião egípcia acredita sem dúvidas que seu princípio são as estrelas.
Rei Tut e Nefertiti com seus filhos com Aton (deus sol) no centro
Na décima oitava dinastia, do Império Novo, existiu um faraó, que mudou o Egito, Akhenaton ou Rei Tut, e para as escrituras, este era um faraó que havia descido das estrelas. Mas por quê? Akhenaton assim que assumiu abandonou a cidade onde a corte morava e abandonou o culto a diversos deuses, cultuava apenas a Aton, o deus sol. E como dizem as escrituras, ele fez isso, pois recebeu a visita daqueles que vinham do Cosmos e disseram a Akhenaton que esta era a maneira correta de louvar a deus. E Akhenaton dizia ter vindo destes seres celestiais, era divino, era um deus. Akhenaton revolucionou a cultura, religião, modo de vida, enfim, todo o Antigo Egito.
Busto do Rei Tut e sua múmia
Mas o mais estranho em imaginar quem era Akhenaton, é quando vemos suas representações. Em nada se assemelham com os outros faraós. Um corpo alto, magro, barriga protuberante, com uma estranha cabeça alongada. Exatamente como vimos em outras regiões do planeta. E não para por ai, sua esposa, Nefertiti e todos seus filhos são representados da mesma maneira. Sofreriam todos de alguma anomalia na cabeça? Teriam feito alongamento proposital como em certas regiões do Congo?
E pior que isto seria o fato de quando o fim do reino de Akhenaton chegou, a cidade construída em homenagem ao sol foi abandonada e o culto a diversos deuses retomados. Por quê? Ninguém pode nos responder, porém talvez sua identidade tivesse sido revelada e ele fora abandonado.
Busto de Nefertiti e sua múmia
Em 1907 o corpo de Akhenaton foi achado no Vale dos Reis, Egito. E confirmou muitas coisas para os egiptólogos e cientistas em geral. Mas uma confirmação surpreendeu a todos, o real crânio alongado de Akhenaton, confirmando suas representações. E anos depois, em 1922, quando encontrada a tumba de Tutankamon, filho de Akhenaton, outra curiosidade, seu crânio também era alongado. Teria herdado do pai?
Esses são alguns dos muitos exemplos de deformidades no crânio não explicadas por cientistas, todos apenas afirmam sobre as possibilidades já discutidas, cada grupo defende seu lado. Mas a discussão sempre existirá.