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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A cidade perdida de Wanaku

Há cerca de quatro mil metros de altura, localizasse o mais alto lago navegável do planeta. O Lago Titicaca. Divindindo-se entre Peru e Bolívia, o Lago possui, Um lago escuro e pouco estudado. 
Em agosto de 2000, um grupo de pesquisadores italianos mergulhou no lago para fazer pesquisas em seu leito. Desceram até trezentos metros no profundo e lendário lago. Encontraram evidências de uma estrada pavimentada, um terraço e muros de pedras com cerca de 800 metros. E por centenas de anos, os locais diziam que uma cidade perdida chamado Wanaku existiria em algum lugar da região. Poderiam estas ruínas então serem a prova de que esta cidade existia?

Depois de todas essas descobertas, um novo e surpreendente achado, uma cabeça de pedra foi encontrada no fundo do lago. A cabeça se assemelhava muito com as encontradas no sitio de Tiwanaku, na Bolívia, a três quilômetros ao sul do lago. Uma cidade cheia de especulações e mistérios, mas nenhuma explicação comprovada. Provavelmente teria tido origens extraterrestres.

E se de fato as ruínas forem da cidade perdida de Wanaku? Teria a cidade sofrido algum tipo de desastre natural? Ou talvez tivesse sido inundada?

Arqueólogos julgam que as ruínas existem há mil e quinhentos anos. Então como teria sido inundada? E animais como cavalos marinhos vivem no lago. Como num lago totalmente isolado e tão a quatro quilômetros de altitude viveria um animal marinho? Poderia o lago ser artificial então? Mas como pessoas teriam criado um lago com cerca de 150 mil metros quadrados?
Aimaras
Os Aimaras, uma tribo local muito antiga, diz que todas as ruínas, cidades e tudo aquilo que existe ali, está ali desde o princípio dos tempos. Seriam as raízes das estrelas. Eles próprios contam que segundo as lendas, os deuses dos céus vieram até a Terra e os ensinaram a com sua sabedoria e experiência. Mas os Aimaras dizem que não foram eles que construíram tudo, os extraterrestres teriam apenas os ensinado e os nativos sim teriam construído tudo. Mas não poderiam os ancestrais dos Aimara terem inundado a cidade para que o mundo externo não encontrasse a cidade?
Muitos locais juram que até hoje veem luzes saírem do fundo do lago à noite, e garantem que desde o início dos tempos foi assim. Será que existiria uma base alienígena no fundo do lago e a inundação seria para também esconder a base? Qual seria a finalidade da base e da inundação de Wanaku?

domingo, 11 de julho de 2010

Pumapunku - existe o impossível?

Em um sítio próximo ao já discutido aqui, Tihuanaco, há quatro mil metros acima do nível do mar, onde nada além de grama e arbustos cresce, encontramos as que sejam talvez a maior prova da ajuda que os humanos receberam de seres de inteligência e tecnologia superior. Se a construção das Pirâmides do Egito é uma incógnita, perto deste sítio, as pirâmides são apenas brinquedos de criança. Grandes cientistas concluíram que as construções datam de 2000 a.C. e teria sido possivelmente construída pela única tribo que vivia na região de Tihuanaco na época, os Aymara. Porém, se analisarmos, veremos que para se construir um sítio como este seria necessário um plane- jamento minucioso, além de anotações, uma incrível inteligência, fora a tecnologia surpreendente que deveriam ter para que isto fosse idealizado e construído.E quem estudou os Aymara sabe que este povo não possuía nenhuma escrita, quanto mais demons- travam algum avanço ou capacidade para planejar ou construir algo tão grande. Hoje, quando vemos Pumapunku, concluímos que algo muito forte abalou o lugar, como se um enorme terremoto tivesse derrubado tudo de repente. Mas, quando vemos peça por peça que monta este sítio, não podemos conceber tamanha precisão, e planejamento acrescido a tecnologia que fora utilizado para que fosse realizada a construção. Além desta precisão milimétrica, existem blocos de mais de 400 toneladas, peso quase que totalmente impossível para se mover com um guindaste extremamente forte nos dias de hoje. Fora toda esta precisão, tecnologia e força utilizada na construção, algo ainda mais impressionante é o material utilizado para se esculpir estes blocos, foi utilizado diorito, um dos mais duros minerais do planeta, existindo raras pedras que poderiam esculpir e dar forma a um bloco tão duro, alguns exemplos seriam diamante e topázio.Ambos são minerais muito raros de serem achados, e pelo tamanho do sítio, seriam necessárias muitas toneladas destes minerais para serem agregados às ferramentas para que todo o sítio fosse construído.
Para os especialistas, Pumapunku desafia a lógica e a matemática, tamanha precisão, nenhuma imperfeição, fora os desenhos perfeitos e impressionantes encontrados nos blocos. Estes mesmos especialistas julgam completamente impossível de se reconstruir; ainda que alguns blocos pudessem ser copiados com ferramentas computadorizadas de enorme precisão, talvez não valesse o investimento e talvez não conseguisse ter perfeição e precisão para todos os blocos. Acima vemos uma ilustração de como eram os muros, feitos de blocos ligados por chumbo derretido.
As estruturas não aparentam ter significado nenhum, não apresentam nenhuma inscrição, nem nada que remeta a algum propósito, são apenas blocos e muros espalhados em uma grande área. Após vermos todas estas imagens e informações, como podemos explicar? Se cientistas, historiadores, arquitetos, engenheiros, artistas de rochas, enfim, diversos especialistas já afirmaram que é impossível reconstruir novamente Pumapunku e é totalmente impossível entender como foi construído. Então, qual seria o propósito destas construções megalíticas? Como conseguiam trabalhar com tal precisão em um material tão duro? E ainda, quem os construiu e como o fez?

domingo, 4 de julho de 2010

Ilha de Páscoa

Situada a cerca de 3700 km da costa sul- americana, com apenas 170 km², esta pequena Ilha, apenas descoberta no século 18, até hoje é um enorme mistério até mesmo para os mais renomados cientistas. Conhecida como o pedaço de terra mais isolado de todo o planeta, é uma ilha vulcânica, com pouca vegetação e nenhuma árvore, a ilha possui um clima diferente das ilhas mais próximas, além do mar ser tão frio, que não possui peixes ou animais vivendo próximos a ilha. São raros os peixes que podem ser encontrados nadando em seus arredores. Há pouca água na ilha, o solo não facilita em nada plantio de alimentos, enfim, tudo demonstra que sobreviver nesta ilha é extremamente difícil, quase que impossível. Árvores, animais entre outros recursos, foram apenas introduzidos após a colonização chilena. Apesar desta dificuldade, a ilha sendo vulcânica, possui muitas, realmente muitas rochas, porém, vulcânicas, rochas extremamente duras e afiadas. Quanto à população da ilha, data possivelmente de 300 a 400 d.C., vindos talvez de ilhas da polinésia oriental, por relações com línguas e culturas da polinésia, conhecido Rapanui. E esta população nunca passou da faixa de 3000 habitantes. Mas, esta ilha é famosa pelas gigantescas estátuas, conhecidas como moais, que são encontra- das ao redor de toda ilha. Estátuas feitas a partir das rochas vulcânicas, esculpidas, polidas e erguidas a quilômetros de distância dos vulcões. Pesando mais de 50 toneladas e algumas com mais de 20 metros de altura, também possuíam chapéus de rochas diferentes dos corpos com 10 toneladas cada. Sabemos que todas foram esculpidas e levadas até o local onde foram erguidas. Então como levaram mais de 50 toneladas até o onde foram erguidas? Não podiam ter sido roladas com troncos, já que não existiam árvores na ilha, e quando vemos o terreno irregular da ilha, notamos a dificuldade que deve ter sido levar as rochas até lá. Mas como levaram? São tantas estátuas que os cerca de 2000 homens que deveram existir jamais conseguiriam esculpir perfeitamente com marretas, levar até o local onde foram erguidas e ainda levantarem os chapéus com 10 toneladas a 20 metros de altura. Não podemos conceber tal fato, é totalmente impossível.

Acima vemos um moai inacabado que fora esculpido inteiramente na rocha vulcânica.
As inscrições e hieróglifos encontrados na ilha até hoje não foram decifrados e nada demonstra como foram construídos. Assim como a ilha ter mais de 3000 habitantes para realizarem as construções. Então o que e como as teriam construído? O que teriam os ajudado? E ainda, o que teriam os inspirado? Atualmente os guindastes só puderam mover os moais menores, com menos de 50 toneladas, e hoje podem ser vistos em diversos museus pelo mundo. Já vimos às relações entre os moais pascoenses e as estátuas e estelas encontrados em Tihuanaco na Bolívia, porém agora sabemos que não existiu nenhuma influência vinda da América do Sul na Ilha de Páscoa. Então a inspiração surgiu, ocorreu, mas não demonstrou influência em nada além da religião e cultura. Então o que ocorreu na ilha? Como ocorreu? Só podemos afirmar que são incríveis, inexplicaveis pela ciência e cheios de mistérios.

domingo, 27 de junho de 2010

América do Sul pré-colombiana e suas curiosidades

Como temos visto, a América pré-colombiana possuía inúmeras civilizações com construções megalíticas, conhecimentos únicos, culturas incríveis e esculturas incomparáveis, que desafiam a ciência até nos dias de hoje. E quanto mais analisarmos essas culturas pré-colombianas mais nos surpreenderemos. Quando chegamos à América do Sul, nos deparamos com as construções Incas sobre os Andes. Pedras que foram elevadas a mais de 450 metros acima do nível do vale e mais de 2400 acima do nível do mar. Estes gigantes blocos de pedras pesando toneladas não foram simplesmente elevados a esta altura, porém foram perfeitamente encaixados, de maneira que a mais fina folha de papel pode penetrar suas fendas. Os Incas foram relativamente novos se comparados a outras sociedades pré-colombianas, porém descendem de outros povos que já construíam grandes pirâmides e monumentos desde 3000 a.C. O império Inca se iniciou por volta de 1200 d.C. e perdurou até a dominação espanhola. Os Incas possuíam um imperador, uma economia e sociedades bem definidas, desde a família real, passando entre outro por nobres até chegar aos camponeses. Cultuavam a Lua e o Sol, e para estes contraíram enormes templos, mas também cultuavam outros deuses, normalmente relacionados à natureza. Porém muito do que os Incas e seus ancestrais contraíram ainda nos surpreende. E uma importante região construída pelos precursores do império Inca, é o sítio de Tihuanaco. Uma região já habitada por volta de 1500 AC. Porém por volta de 300 AC e 300 BC, foi quando milhares de habitantes das regiões visitavam e faziam peregrinações para esta avançada região da Bolívia. Acredita-se que estas peregrinações eram por conta do grande avanço cosmológico e moral que Tihuanaco possuía. Se notarmos as suas construções, podemos imaginar o quão desenvolvidos eram os construtores deste sítio. Muros com blocos perfeitamente encaixados, esculturas megalíticas e perfeitas em um bloco, paredes construídas de um bloco apenas com mais de 100 toneladas. Como poderiam construir de tal perfeita maneira, carregar e assentar blocos com 100 toneladas?
E ainda como assentar blocos com tal perfeição? Blocos com exatamente o mesmo peso e tamanho encaixados perfeitamente, há mais de 2000 anos, seria possível? Relembrando também que os Incas e seus ancestrais possuíam deuses como Sol, Lua e seres da natureza, se formos a Tihuanaco, veremos que num centro cercado por gigantescos muros, encontra-se um chamado Grande Ídolo, uma estátua com cerca de 7 metros, de um homem com um chapéu. Será que idolatravam um deus humanóide também?

Mais estranho do que isto é pensar que quando viajamos 5000 quilômetros para o meio do Pacífico, na pequena Ilha de Páscoa, encontramos esculturas megalíticas com o formato exatamente igual a este do Grande Ídolo. Se olharmos bem, notaremos similaridades incríveis. Será que os mesmos humanóides teriam inspirado a construção destas estátuas? Será que teriam sido os mesmo a construir essas megalíticas estruturas? Ou seria apenas uma coincidência?