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terça-feira, 27 de março de 2012

Foguetes no passado

Se pensarmos em outra tecnologia que não a da tecnologia de gravidade artificial, seria a que atualmente utilizamos nos foguetes, as superpotentes propulsões com motores de combustível. Uma força incrível é utilizada para levar esses foguetes, com uma enorme velocidade, em poucos minutos para o espaço. Quem presencia, vê muita fumaça, fogo que ilumina tudo em quilômetros de distância e sente-se um estrondo enorme que treme toda a região. Se tomarmos este ponto como referência e irmos até os relatos antigos notaremos semelhanças.

Existem diversos relatos dos Deuses descendo à Terra e provocando um barulho ensurdecedor, luzes muito fortes e uma fumaça que cobria o céu.
Na China, por exemplo, o primeiro Imperador chegou num dragão enorme, fazia muito barulho, muita fumaça e possuía uma luz muito forte. Todos se jogavam no chão até que tudo parasse. E isto se repetiu muitas vezes na Mitologia Chinesa. Claramente não existiam dragões biológicos, era apenas uma interpretação dos povos antigos. O mais provável seja um real primeiro contato com um foguete muito antes de ser inventado pelo homem.
Deuses Gregos voavam em carruagens de fogo e cruzavam os céus. Não seria uma aeronave?




No antigo testamento da Bíblia, existem relatos de Deus chegando à Terra num forno brilhante, que fazia muito barulho, muitas luzes reluzentes e fumaça. como visto no livro de Ezequiel. A carruagem que descia dos céus, visto pelos crentes como a Glória de Deus.
Todos são exemplo de atividades espaciais da Antiguidade.
De 5 mil a 2 mil a.C. um povo mesopotâmico, conhecida como a primeira civilização da humanidade, -- esta avançada civilização teve um dos primeiros astrônomos da história, -- Gilgamés.
E no Épico de Gilgamés, é descrita uma viagem de Gilgamés até o céu para encontrar o Deus Anu. E nesta Epopeia, Gilgamés descreve como é a visão do planeta do céu. Esta cultura possuía o chamado Shen, uma nave espacial utilizada pelos humanos para chegarem até os Deuses voando pelo céus.
Shen sumério e a cápsula dos foguetes
Se notarmos o design da nave, veremos que é muito parecida com a cápsula moderna utilizada nas pontas de foguetes.Gilgamés dava detalhes do planeta, visto do céu, que são totalmente corretos. Mas como ele poderia dar detalhes do planeta visto de cima, se não existiam aeronaves na época?
Será que os nossos antepassados já utilizavam a propulsão de foguetes na antiguidade?

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Bíblia - Gênese e o grande dilúvio

Após analisarmos diversas culturas, folclores, mitologias e religiões, iremos agora analisar um pouco da maior religião do mundo, o Cristianismo, além do Judaísmo e os Hebreus. Destaco que não iremos discutir sobre teorias da conspiração. Iremos interpretar tudo o que pode ser encontrado na Bíblia e tentar buscar algo mais concreto nisso. Logo que abrimos a bíblia, no Gênese, podemos encontrar a criação do universo e do planeta Terra. Após isso Deus criou o homem. Sabemos que para o Cristianismo, existia então um único Deus que criou tudo o que conhecemos. Naquele momento da criação não existia ninguém vivendo com Deus. Mas quando lemos na Bíblia, no capítulo 1, versículo 26, "E disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança;...".
Se só existia um Deus, porque o homem teria a "Nossa" semelhança, isso significa exatamente que Deus criara o homem baseando na semelhança de mais de uma pessoa. Então ele não vivia só, a sentença só faz sentido se mais de um Deus existisse. Então o correto seria os Deuses criaram o homem baseando-se na semelhança deles e não de um só Deus. A referência cristã de Deus no plural existe desde a bíblia em hebreu, ou seja, não foi jamais alterado. Esta história da criação é bastante conhecida por cristãos e por judeus, porém, talvez poucas pessoas saibam que muitos e muitos anos antes da Bíblia ser escrita, a mesma história já existia. Fora contata por sumérios, assírios, babilônicos e se formos analisar, até mesmo em histórias Maias, podemos encontrar a mesma história. Como a mesma história contida na Bíblia dos Judeus poderia existir em todo o globo anos antes da própria Bíblia ter sido criada? Talvez seja a comprovação de que a história é real. Alguém realmente veio até o planeta e criou o ser humano. Muito daquilo que está na Bíblia já foi comprovado que fora retirado dos textos sumérios. Uma vez que, por exemplo, Moisés vivera durante anos no Antigo Egito e como sabemos o Egito já foi parte do império Assírio, desta forma a cultura dos sumérios foi implantada no Egito. E muito provavelmente Moisés adotou alguns pontos para sua jornada. De fato quando lemos as placas onde fora escrito o poema conhecido como Epopeia de Gilgamés, e o comparamos com a Bíblia, encontramos diversas similaridades. E um fato que representa perfeitamente bem essa relação entre a Bíblia e a Epopeia de Gilgamés é o grande dilúvio. Em uma placa do poema de Gilgamés, ele sai em busca do pai dos homens, atravessa o mar e chega até Utnapischtim, e para seu espanto o pai dos homens se assemelhava em forma e tamanho a Gilgamés. E assim, Utnapischtim relato algo incrível. Há algum tempo, os deuses vieram a Terra e o avisaram sobre um grande dilúvio que iria ocorrer, além de pedirem que ele construísse um grande barco e nele colocasse sua família, artesãos e amigos. Enquanto ocorria a grande cheia, Utnapischtim dizia que via os outros homens que não pode levar sofrendo com o dilúvio. Depois de muito tempo, ele lançou um corvo e um pombo para achar terra e atracou em uma montanha então. O paralelismo de ambas as situações jamais fora discutida ou posta em dúvida por nenhum pesquisador.
Porém há a diferença de em uma história existirem diversos "deuses" e em outra ser apenas um Deus. E na história de Gilgamés, o dilúvio é contado em primeira pessoa, ou seja, seria uma testemunha ocular do cataclismo. Que houve um evento catastrófico na Antiguidade no Oriente, nenhum cientista nega, pois realmente ocorreu. Apesar de se discutir sobre a ainda existência de pedaços de madeira que pertenciam à grande arca, essa possibilidade é quase que completamente remota.