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terça-feira, 2 de abril de 2013

As estruturas de Göbekli Tepe

A mais de 800 quilômetros de Istambul, no sudeste da Turquia, está a cidade de Şanlıurfa.
Em 1994, em uma colina empoeirada um pastor achou uma ponta de uma pedra saindo da terra em seu campo. Ele cavou e desenterrou um pilar de 6 metros de bordas precisa. No centro havia uma forma de um estranho animal. Após uma avaliação minuciosa de especialistas, foi notado que as rochas haviam sido trabalhadas precisamente por exímios pedreiros com ferramentas muito avançadas.

 
Após a informação ter sido levada para comunidade científica, ficou óbvio que o pastor havia descoberto uma das mais incríveis estruturas dos tempos modernos. Conhecido como Göbekli Tepe, este sítio arqueológico foi por 13 anos estudado por alemães da Universidade de Heidelberg. Tentavam datar por carbono 14 a população que vivia no local. Apenas 5% da civilização local foi datada.



As estruturas eram círculos encima de mais círculos, todos com circunferências perfeitas.
E dentro dos círculos haviam gigantescas colunas de pedra com 6 metros e 15 toneladas, totalmente esculpidas. Relevos leões, touros, raposas, serpentes, pássaros, insetos, entre outros animais, e até mesmo formas humanas abstratas.

Foi então descoberto que este sitio arqueológico não era apenas pré-histórico, mas possui mais de 12 mil anos. Quase 7 mil anos mais velho que a Mesopotâmia, que até hoje é conhecido como o berço da civilização. Então este é a construção mais antiga do planeta.
Nasceu após o fim da última Era Glacial, e sempre foi um episódio totalmente esquecido pela humanidade.

A Bíblia diz que a população existe desde cerca de 4 mil anos a.C, ou seja 8 mil anos depois da fundação do Göbekli Tepe.
Mesmo após os 13 anos de escavações deste sítio, não foi encontrada nenhuma ferramenta que possa ter ajudado na construção das estruturas. E nem ao menos uma ferramenta de trabalho agrícola. Como fizeram sem ter ferramentas?

Localizado a menos de 153 quilômetros do Monte Ararat. Onde muitos estudiosos acreditam ser o lugar onde estava a Arca de Noé, as esculturas de animais de Göbekli Tepe sugere que a população animal local pode ter vindo de uma origem totalmente diferente. Mas será que as esculturas garantem a existência do grande dilúvio?
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Existem mais de 2 mil mitos de um grande dilúvio que destruiu a população anterior. Alguns estudiosos acreditam que as estruturas de Göbekli Tepe demonstram a real existência deste dilúvio. Porém se for a prova cabal de que o dilúvio existiu em algum momento, isso empurraria o famoso dilúvio para milhares de anos antes. Logo após a última Era Glacial houveram muitas mudanças, enchentes e alterações climáticas. 
Mas quem teria construído Göbekli Tepe há 12 mil anos? Com qual finalidade o fizeram? E como que ainda se mantém inteiro?

Acredita-se que tenha sido enterrado após a mudança das pessoas que viveram no local. Pois, como era um santuário de cultos religiosos -- após a mudança dos locais, o melhor a se fazerem era fazer com que este local sagrado ficasse descansando em paz abaixo dos 6 metros de areia. Será que o fizeram porque temiam que alguém destruísse o Göbekli Tepe, ou para que retornassem no futuro e tudo estivesse como deixaram?

quinta-feira, 18 de março de 2010

Sumérios - onde tudo começou

Para começar, remontamos há cerca de 4000 a.C., quando o grande destaque nas civilizações existentes era o povo Sumério, considerada a primeira civilização do planeta. Um povo de religião politeísta antropomórfica, ou seja, vários deuses com aspectos humanos, parecida com a mitologia Grega; o povo sumério louvava seus deuses em topos de colinas, sejam elas, naturais ou artificiais. Os Sumérios viviam na região que hoje se situa o Iraque, na antiga Mesopotâmia, que futuramente abrigaria a Babilônia, e para a época era uma civilização extremamente desenvolvida, muito criativa e com uma excelente economia, se comparada às outras existentes. Possuíam tecnologia bastante avançada para a época, como os barcos, inventaram a roda e a carruagem. Tanto na arquitetura quanto em sua língua são destaque. A língua suméria é única, nunca relacionada a nenhuma outra conhecida.
Mas é na astronomia que os Sumérios levam mais crédito - por muitos são considerados os inventores da astronomia, os Sumérios possuíam listas precisas e especificas de diversas constelações além da posição precisa dos planetas no espaço (como?). Em textos encontrados, especificações precisas sobre o Sistema Solar em sua ordem exata, porém diziam que o sistema possuía 12 planetas contando com o Sol e a Lua. Já descreviam Plutão, que só seria descoberto em 1930, especificações sobre a Lua que foram confirmadas em 1969 pela NASA e além de tudo, acresciam a existência de um planeta chamado Nibiru, ou Planeta X, habitado pelos anunnaki, um planeta com uma órbita muito mais extensa que todos.


O tema continua a ser discutido no post Sumérios - Nibiru e os anunnaki.