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terça-feira, 10 de abril de 2012

O Raio da Morte

Em maio de 2010, perto do litoral da Califórnia, uma nova e poderosa arma derruba aviões não tripulados em testes secretos realizados pela Marinha Americana. Um laser atira raios de um navio de guerra e atinge aviões a uma distância de três quilômetros voando a uma velocidade supersônica. Chamado de Raio da morte, é uma enorme inovação bélica, porém não poderia já ter existido algo similar antes?

Em 214 a.C. os gregos que viviam em Siracusa, na Sicília, estavam se preparando para um ataque de uma frota Romana com navios de guerra. Mas os textos antigos dizem que a cidade estava muito bem protegida por uma incrível arma nova. Arquimedes haviam inventado uma arma, utilizando um enorme espelho junto a um disco parabólico que focalizava os raios do sol e jogava nos navios da frota, fazendo com que os navios pegassem fogo. Seria uma versão primitiva de raio da morte?


Mas de onde veio toda a inspiração para a invenção de Arquimedes, uma vez que na época não havia nada sequer similar. Alguns teóricos sugerem os textos antigos gregos, de cerca de 600 anos antes desta batalha. Mitos sobre Deuses com armas cósmicas muito poderosas capazes de destruir tudo em sua frente. Como Zeus por exemplo, que em certo momento decidia descer à Terra, com um show de trovões, raios, luzes, fumaça. Ao pisar no solo terrestre, ele era visto como um todo poderoso Deus. Pois não havia tamanha tecnologia na época, era mágico para qualquer um. E Zeus então possuía seus raios, que para onde apontava causava total destruição.



O mesmo caso ocorria com Deuses Hindus com seus poderosos cetros. E tudo era visto como algo incrível por quem vivia no planeta naqueles tempos. Pois, jamais pensariam que aquilo pudesse talvez ser uma tecnologia muito avançada.

Cetro Hindu


Podemos encontrar possíveis provas destes fatos ocorridos na antiguidade no norte da Escócia, por exemplo. Onde enormes construções antigas como muros de pedra, parecem ter sofrido com intensos raios e muito calor. Pois suas rochas aparentam estar em um estado de vitrificação. E para se chegar a este estado, deveriam passar dos 1000 graus Celsius. Nenhuma fogueira poderia elevar a temperatura a este patamar. Seria basicamente impossível, pois para se vitrificar uma rocha, seriam necessárias diversas horas de um calor de 1000 graus concentrados em um local.


Por mais incrível que possa parecer, apenas as rochas destas construções no norte da Escócia estão assim. Outras nos arredores não estão neste estado e nem ao menos outras construções similares na própria Escócia. Talvez, fosse também algum tipo de raio da morte.
E na própria Mitologia Celta, havia um Deus Sol, chamado Lug (ou Lugh), também Deus da Guerra, que segurava uma lança mágica com incríveis poderes, muito similares aos dos raios de Zeus, na Mitologia Grega.

Sua lança soltava raios poderosos e fogo quando ele assim quisesse. Então, em batalhas, seria muito simples para Lug soltar raios e fogo nos inimigos. Segundo a lenda, milhares de pessoas e diversos exércitos pereceram sob a poderosa lança de Lug. Ninguém era capaz de vencê-lo, uma vez que sua lança era mágica. E ela foi possivelmente a responsável pela vitrificação das rochas no norte da Escócia.

Mas será que Lug era na verdade um alienígena e sua lança, uma poderosa e avançada arma? Ou será que já fomos mais avançados no passado?

terça-feira, 3 de abril de 2012

A Eolípila de Heron

No século I depois de cristo, quase dois mil anos antes da Revolução Industrial, um matemático e engenheiro grego chamado Heron, conhecido como Heron de Alexandria, criou um motor a vapor chamado de Eolípila.


Era como um foguete, e não há nenhuma ideia de onde ele teve a inspiração para a criação do motor.O motor funciona como uma câmara com tubos virados formando uma turbina. Utiliza água que é aquecida e produz gás comprimido como energia para girar. Foi o primeiro motor a vapor a ser inventado na história.Na mitologia grega, Eolo era o Deus do vento. 
 
Talvez tenha sido dai que ele obteve inspiração para a criação do motor. Mas muitos textos antigos falavam sobre descrições de naves semelhantes, que pudessem ser de alienígenas que vieram ao planeta muito antes de Heron. Muito provavelmente ele leu esses textos antigos e de lá teve a ideia para criar a Eolípila

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Os deuses e as mulheres

Em diversas mitologias, seja Grega, Romana, Nórdica, pré-colombianas e até mesmo na Bíblia, existem relatos de seres divinos e Deuses descendo dos céus e se interessando por mulheres. Sentindo esta atração, chegaram a ter relações sexuais com essas mulheres, assim novos seres surgiram. Porém, se olharmos de outro ponto de vista, notamos que na realidade, eram extraterrestres que mantinham estas relações e não deuses. Pois deuses jamais existiram.


Virgem e filho "deus"com anjos
 
Centauros e mulher (mitologia grega)
Anjo e mulher (Bíblia hebraica)

Um famoso exemplo da mitologia grega é quando Zeus se apaixona por Leda, uma mulher, rainha de Esparta, e quando a vê caminhando sozinha, Zeus se transforma em um cisne, desce dos céus, seduz Leda e tem relações com ela. Leda vê-se grávida de um Deus. Desta relação, Leda teve Pólux e Helena.
Leda e o Cisne (Zeus)
Porém esta não é a única da mitologia grega e nem a única das diversas religiões e mitologias presentes no planeta. Da Índia às Américas existem os famosos semideuses. Seres humanos com poderes inimagináveis, providos de um de seus pais, um Deus. O mais famoso é sem dúvida Hércules, filho de Zeus (grego) ou Júpiter (romanos) com Alcmena, uma mortal. Mas muitos estudiosos das mitologias dizem que os contos de semideuses não passam de pura fantasia.
Júpiter e Alcmena
Porém, hoje podemos correlacionar esses fatos com os possíveis híbridos, que surgiriam, por exemplo, das famosas abduções alienígenas. Destas abduções seres metade homens metade alienígenas seriam gerados e não metade deuses. Afinal, deuses não existem. E em outros casos vemos virgens grávidas de deuses, hoje podemos ter virgens grávidas, através da inseminação artificial. Ou seja, tudo possui uma explicação lógica.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A Hiperbórea e a mitologia nórdica

Em certo momento na história grega, Apolo que ensinava os humanos nas construções de templos, viajava para uma terra no norte onde o sol brilhava vinte quatro horas por dia, chamada Hiperbórea. Esta Terra já era descrita nos poemas de Pindar. Ao norte da França, no vilarejo de Bretanha, existe um lugar onde mais de três mil rochas, datadas de cinco mil a dois mil antes de Cristo, neolítico, formam um alinhamento perfeito.



As chamadas rochas de Carnac, posicionadas a 2860 metros de comprimento por 1430 de largura, ou seja, largura com exatamente metade do comprimento. Os ângulos formavam triângulos de Pitágoras. Mas Pitágoras nasceria cerca de 1500 anos após o termino das construções.
Como sedentários humanos do Neolítico poderiam construir com tamanha precisão, triângulos de Pitágoras?
Triângulo de Pitágoras

As rochas de Carnac são algumas das poucas construções que podem ser vistas do espaço. Naves poderiam visualizar com quilômetros de distância as rochas com até 350 toneladas.
Apolo não poderia utilizar as rochas para se localizar nos céus para seguir para o Norte até a Terra onde iria passar os seus ensinamentos?
Mais de dois mil quilômetros ao norte da Europa, encontramos a famosa Escandinávia, onde vivem os chamados Nórdicos. Englobando países como Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca. Uma região cheia de cultura e histórias. A mitologia nórdica é uma das mais famosas conhecidas. Também muito parecida com a grega e a romana. Segundo a mitologia nórdica, Odin seria o Deus do panteão, possuindo características muito similares a Zeus, até mesmo nos monumentos erguidos a Odin.

Odin e Zeus
Outra característica seria Thor, com seu martelo que soltava raios, podendo comparar-se ao raio que Zeus mantinha sempre em mãos.
Esta região é conhecia por ficar meses sem ver a noite e meses sem ver o dia. Não poderia ter sido para cá que Apolo veio, a chamada Hiperbórea?

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mitologia Grega

Uma das mais famosas, mais interessantes e mais intrigantes mitologias que o mundo conhece e discute é a mitologia Grega.
Mas seriam apenas lendas contadas através dos anos de pai para filhos e louvariam deuses imaginários? E todo o avanço grego não teria relação nenhuma com seus deuses?

 
Em 1868, Heinrich Schliemann, um arqueólogo alemão, descobriu o que poderiam ser as ruínas de uma das mais famosas cidades da literatura. A cidade onde ocorreu a guerra troiana no livro A Ilíada de Homero.


A guerra entre gregos e troianos, que apenas existiu por conta do seqüestro de Helena, a rainha espartana, por Páris, príncipe de Troia. Páris, foi aquele que também no mesmo conto, matou Aquiles. A lendária cidade de Tróia e os contos de Homero são apenas lendas segundo muitos especialistas.
Porém, Schliemann estava decidido a encontrar a lendária cidade, foi no local onde as coordenadas do livro de Homero levavam. Cavou e achou Tróia. Surpreendendo assim a todos os céticos e arqueólogos que nunca acreditaram nas histórias de livros. E por fim, foi provado que pelo menos, parte das lendas gregas era real.
Ruínas de Tróia

Se esta lenda era real, e quanto às outras histórias gregas e toda sua mitologia?
A Grécia sempre foi famosa por seus poderosos Deuses, sua mitologia, suas incríveis histórias. Templos foram erguidos aos seus Deuses, como Acrópoles, Pathernon, Delfos, Templo de Apolo entre outros. Histórias contavam que os deuses desciam dos céus até seus templos e se comunicavam com seus devotos.
Quando falamos em Grécia ou mitologia grega, logo surge na nossa mente, Monte Olimpo. Segundo as histórias, encima do Monte Olimpo havia um templo, que normalmente reluzia, vez ou outra dourado, e outras vezes prateados, como se jóias brilhassem nas paredes.

E dentro do templo, estaria Zeus com seu enorme tamanho segurando um poderoso raio na mão.

E também segundo a mitologia, o templo em alguns momentos subia aos céus, para junto do panteão completo de deuses do Olimpo.
Hoje vemos apenas uma montanha, a mais alta da Grécia, e notamos que de fato existe uma base no cume do monte, isso significa que não é um pico em formato cônico.
E se, o que na realidade existia no cume do monte fosse na realidade uma nave, reluzente, cheia de luzes e seres com tamanho diferenciado e poderes incríveis ficasse ali? E se, na realidade a nave apenas voasse e não um templo que estaria levitando aos céus?
Fora os tantos seres mitológicos com poderes sobre-humanos que eram criados segundo a mitologia pelos Deuses, como o minotauro que seria um homem, cuja cabeça de um touro fora implantada pelos deuses. E o centauro cujo corpo de um cavalo recebeu o tronco de um homem, por poderes divinos. Ciclopes, mulheres com metade animal, entre outros tantos. Não seriam experiências realizadas por seres de outros mundos? Experiências até mesmo genéticas?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mitologia Chinesa e seus dragões

A China é um país que há mais de cinco milênios, constrói uma cultura incrível, muito apreciada além de conhecida por todo o planeta. É um país com recheado de dezenas de religiões, sendo que as que mais se destacam desde os primórdios religiosos e culturais são, Confucionismo, Taoísmo e posteriormente o Budismo que viera da Índia. Existe um princípio na mitologia chinesa, de onde vêm os Três Augustos e os Cinco Imperadores, que ensinaram muito aos povos, e os Três Augustos teriam sido reis-deuses, porém em cada região são conhecidos de maneiras diferentes. Teriam poderes mágicos que usavam apenas para o bem das pessoas. Segundo a mitologia viveram milênios governando a China com seus poderes. Mas interessante é como começa a história.
Segundo as primeiras histórias chinesas, um rei-deus chamado Huangdi, que seria o primeiro soberano da China, olhava dos céus e via um lugar repleto de beleza, porém via também seu povo sofrendo, um povo pobre e sem estruturas. Sentindo pena do povo, decidiu descer àquele lugar. Muitos viram sua descida dos céus. Nuvens e mais nuvens se formando e descendo dos céus, do meio delas surge um dragão voador. Huangdi tinha o poder da luz segundo alguns, poderia surgir em lugar muito rapidamente vindo de outro, apenas subia em seu dragão e voava pelos céus numa velocidade impressionante. E não se reduz a isso, Huangdi foi o primeiro imperador chinês, como já dito e durante este império, trouxe ordem, prosperidade e desenvolvimento para a China. Além de um grande sábio, o soberano foi segundo dizem o criador da bússola, padronização da escrita na China, medicina tradicional, entre outras coisas. Era um imperador muito evoluído mentalmente para sua época sobre diversos temas.Teria até mesmo construído a Grande Muralha da China. Depois de muito tempo de governo, ele disse para todos, aquilo que vim fazer aqui já está feito, agora é hora de partir, entrou na barriga do dragão e subiu aos céus desaparecendo para sempre.
Muitos outros deuses e reis-imperadores possuíam diferentes poderes, e dragões os acompanhavam. Estes dragões vezes levavam as pessoas nas costas, e em outras em suas barrigas. Até que ponto tudo isto seria mitologia? Na mitologia chinesa, como muitos já conhecem, os dragões eram seres que expeliam fogo, muita fumaça e voavam rapidamente pelos céus. Seria algum tipo de ser biologicamente possível de ter existido? Ou seria algum tipo de nave metálica que podia levar pessoas no seu interior e voava pelos céus?
Se compararmos com foguetes atuais, são realmente parecidas, pois além destes pontos, também expelem fogo e soltam bastante fumaça. O ponto a se discutir é este, pois sabemos que os povos que milênios antes de Cristo, com certeza tinham uma sabedoria magnífica, com mentes muito evoluídas. Mas, por outro lado, faltava a eles, a sabedoria para entender, explicar e tecnologia para criar certas coisas. Assim nomeavam de diversas maneiras de acordo com aquilo que conheciam como colocar nomes de pássaros ou dragões em coisas que não eram possíveis de se explicar. Do ponto de vista deles, aquilo era algo único e inconcebível deste planeta, por isso julgavam ser algo provindo dos deuses e nomeavam desta forma.