segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mutilação de animais e os monstros egípcios

Em sete de setembro de 1967, numa fazenda em Alamosa, Colorado, uma égua desapareceu, o dono resolveu sair em busca da sua égua Snippy pela região de sua fazenda. E a encontrou, mas para sua surpresa, estava mutilada do pescoço para cima, um corte cirúrgico. Na necropsia, foi descoberto que seu coração e cérebro foram removidos de forma limpa, sem deixar vestígios, além de seu corpo estar cheirando formol. Também foi confirmado que todo o líquido espinhal foi removido. O caso foi chocante para todos. 
E de lá para cá cerca de cinqüenta mil casos semelhantes ocorreram ao redor do mundo. A maioria sempre envolvendo gado.
Porém foi apenas em meados da década de 70 que começaram a pensar que as mutilações estariam relacionadas à ufologia. Quando fazendeiros viam seus animais saudáveis e protegidos num dia serem mutilados e mortos no outro. E sempre com cortes cirúrgicos, impossíveis de serem feitos apenas com facas ou qualquer ferramenta.
Foram feitas pesquisas aprofundadas e todos diziam que aquilo não era algo feito por seres humanos para nenhum fim. Havia apenas a explicação de que, seriam feitos por algo do espaço exterior. Foi obtida uma resposta aberta de um membro do governo que seria uma possível cultura genética da Terra feita pelos não-humanos. Para cá uma cultura genética da Terra? O que queria da genética dos nossos animais?
Quando vamos ao antigo Egito, vemos similaridades como esta. Sabemos que existem referências egípcias a seres metade homens metade animais. Híbridos que eram descritos nas pinturas nas paredes. Como vemos abaixo, as cabeças de seres humanos era removida, um tubo era colocado e depois a cabeça de um animal era colocado no lugar.
E ainda mais antigo que isto, temos os Anunnakis dos Sumérios, que foram a primeira civilização do planeta. Os Anunnaki eram homens com cabeças de aves.
Mas não existem evidências físicas destes seres? Se encontrássemos seus esqueletos poderíamos ter a garantia de todas estas teorias ou histórias.
Mural do templo dedicado a Apis, o touro sagrado

Em Saqqara, Egito, próximo da primeira pirâmide egípcia, em 1851, o egiptólogo Auguste Mariette fez um importante achado. Quando explorava a tumba dedicada ao touro sagrado Apis. Ele abriu os sarcófagos esperando achar o esqueleto ou múmia de um touro, mas para sua surpresa não o achou. Dentro de cada sarcófago havia diversos ossos de sete tipos de animais diferentes misturados com breu, uma resina negra semelhante ao asfalto. 
De acordo com todos os textos egípcios, monstros existiam naquela época. E por que não poderiam os sacerdotes egípcios pedir para que seus servos capturassem, matassem e destruíssem esses monstros, jogando depois em meio ao breu e assim sumirem de vez com
Ossos misturados ao breu
qualquer evidência desses animais. Se encon- tramos tantos animais e pessoas mumi- ficadas para que retornassem de suas vidas. Então por que estes estavam destruídos? Talvez para jamais retornarem.
Será que ocorreram experiências genéticas na antiguidade assim como fazemos hoje em dia? Algo não poderia ter saído do controle e a morte dos monstros foi necessária?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Faixa de buracos em Pisco Valley

A região é famosa por conter diversos tipos de matérias-primas. E principalmente por conter pedras preciosas muito utilizadas por civilizações locais, como os Incas. Adornos de ouro, hematita e quartzo. Além de ocre vermelho, muito utilizado para pinturas. Por isso, nas primeiras expedições espanholas, muito ouro e outras pedras preciosas eram levados aos montes para a Europa. O ouro em especial era considerado a pedra pura e perfeita pelos nativos que podia chegar a curar os enfermos, uma pedra enviada pelos deuses. E existem evidências de que o ouro poderia ser utilizado em antigas baterias por ser um excelente condutor de eletricidade.

E no Peru, encontramos demonstrações de que muito antes de Cristo, já existiam buscas por ouro. Nativos estariam de fato minando locais e coletando o ouro. Para quê? Apenas para adornos e jóias?
Quando chegamos a Nazca, além das famosas linhas e dos misteriosos desenhos, encontramos algo ainda mais intrigante.

No chamado, Pisco Valley ou Vale do Pisco, existe uma faixa de buracos que se estende por 1.44 quilômetros de extensão, conhecida como Band of Holes. Além de possuir de 6 a 10 metros de diâmetro, 90 cm uma da outra e cada um com até 2 metros de profundidade. Formação totalmente padronizada, como se fosse a marca de algo que rolou pelo sítio.
São cerca de dez mil buracos que foram feito sabe-se lá para que ou quando foram feitos, mas em uma linha perfeita, que só pode ser notada quando vista do céu, assim como as linhas. Talvez passasse alguma mensagem codificada.

Famosos arqueólogos sugerem que seria um campo de plantação de tipos específicos de grãos. Porém nenhuma evidência de semeadura foi encontrada nos buracos. Outros dizem que seria uma formação natural. Mas com tamanha perfeição, só poderia ter sida feita por seres inteligentes. Mas o que ou quem os fez? E para quê?

Teóricos dizem que poderia ter sido feito para levar os guardiões dos céus ou deuses até um campo cheio de matérias-primas. Ou talvez que alguma máquina alienígena passou por ali recolhendo talvez ouro e outras matérias. Nada se comprova, porém a faixa de buracos não tem explicação. Se algo estivesse no fundo dos buracos, já foi há tempos removido. E se foi alguma civilização local humana específica quem os fez, não existe nenhuma evidência.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Chaco Canyon e os Hopis

No deserto do Novo México, nos EUA, em 1896 foram encontrada algumas antigas construções conhecidas como Chaco Canyon. Construídas entre os anos de 900 e 1150. Até o século XIX eram as maiores construções na América do Norte. Foi lugar de cerimônias indígenas de várias tribos diferentes, conhecidas como tribos do Pueblo. Os descendentes das tribos dizem que ali estava o maior centro religioso e tecnológico das tribos. E que ali existia uma orientação direta com o universo.
Todos os arqueólogos, antropólogos e cientistas que estudaram as ruínas, ficaram claramente maravilhados com todas as estruturas gigantescas e precisas. Mas um ponto é mais interessante em tudo isso. Assim como em diversos povos do mundo antigo, Chaco Canyon possuía avançados estudos de astronomia.
Haviam precisas marcações dos movimentos solares nas paredes da "Fajada Butte", uma montanha localizada na entrada do cânion. Mas para que tanto investimento em alinhamentos astronômicos tão precisos naquela época? E por que no meio do deserto?
Gary David, um arqueólogo e astrônomo, estudou por muitos anos o Cânion e decidiu escrever um livro sobre, chamado "The Orion Zone". Ele descobriu que na verdade, mapeando todo o sítio, nota-se que os índios construíam constelações. Diversas constelações são perfeitamente encontradas quando olhado o mapa do sítio como um todo.
Foi também dada atenção especial para o Cinturão de Orion. Assim como em sua constelação, todas as estrelas apontam para Sírius, a mais brilhante estrela do céu. No mapa do sítio, a constelação aponta para Chaco Canyon.
Quando giramos o mundo, encontramos o mesmo padrão, nas pirâmides do Egito, nas pirâmides maias. Enfim, sempre construções apontando para algo muito importante. Algo como sendo o centro da criação de tudo.
Está claro que no meio do deserto, tudo aquilo que se baseavam e estudavam eram as estrelas. E acreditavam que elas influenciavam com poderes intensos o nosso planeta.
Os Hopis, como são conhecidos os povos que viviam na região do Cacho Canyon, diziam que os guardiões dos céus contaram que três mundos existiram. Mas eles vieram e destruíram estes mundos com grandes vibrações, por seus habitantes não estarem agindo da maneira que deveriam. Será que o sítio de Chaco Canyon foi construído para prever e se renovar das devastações do planeta? Poderiam os guardiões dos céus ter auxiliado os Hopis a realizar os monitoramentos?
O fato de tudo o que foi feito pelos Hopis num deserto nos EUA ter sido guiado pelos guardiões dos céus como diz a história local não explicaria tudo? Pois, não havia recursos no local, nem água, nem clima favorável para habitarem um local tão inóspito. Teriam sido alienígenas esses guardiões dos céus? O que mais os Hopis poderiam prever quanto aos terremotos na Terra?