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segunda-feira, 28 de março de 2011

Faixa de buracos em Pisco Valley

A região é famosa por conter diversos tipos de matérias-primas. E principalmente por conter pedras preciosas muito utilizadas por civilizações locais, como os Incas. Adornos de ouro, hematita e quartzo. Além de ocre vermelho, muito utilizado para pinturas. Por isso, nas primeiras expedições espanholas, muito ouro e outras pedras preciosas eram levados aos montes para a Europa. O ouro em especial era considerado a pedra pura e perfeita pelos nativos que podia chegar a curar os enfermos, uma pedra enviada pelos deuses. E existem evidências de que o ouro poderia ser utilizado em antigas baterias por ser um excelente condutor de eletricidade.

E no Peru, encontramos demonstrações de que muito antes de Cristo, já existiam buscas por ouro. Nativos estariam de fato minando locais e coletando o ouro. Para quê? Apenas para adornos e jóias?
Quando chegamos a Nazca, além das famosas linhas e dos misteriosos desenhos, encontramos algo ainda mais intrigante.

No chamado, Pisco Valley ou Vale do Pisco, existe uma faixa de buracos que se estende por 1.44 quilômetros de extensão, conhecida como Band of Holes. Além de possuir de 6 a 10 metros de diâmetro, 90 cm uma da outra e cada um com até 2 metros de profundidade. Formação totalmente padronizada, como se fosse a marca de algo que rolou pelo sítio.
São cerca de dez mil buracos que foram feito sabe-se lá para que ou quando foram feitos, mas em uma linha perfeita, que só pode ser notada quando vista do céu, assim como as linhas. Talvez passasse alguma mensagem codificada.

Famosos arqueólogos sugerem que seria um campo de plantação de tipos específicos de grãos. Porém nenhuma evidência de semeadura foi encontrada nos buracos. Outros dizem que seria uma formação natural. Mas com tamanha perfeição, só poderia ter sida feita por seres inteligentes. Mas o que ou quem os fez? E para quê?

Teóricos dizem que poderia ter sido feito para levar os guardiões dos céus ou deuses até um campo cheio de matérias-primas. Ou talvez que alguma máquina alienígena passou por ali recolhendo talvez ouro e outras matérias. Nada se comprova, porém a faixa de buracos não tem explicação. Se algo estivesse no fundo dos buracos, já foi há tempos removido. E se foi alguma civilização local humana específica quem os fez, não existe nenhuma evidência.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Crânios alongados ao redor do mundo

Viajando a Cahuachi no Peru, mesma re- gião onde existem as linhas de Nazca, cer- ca de 500 anos depois de Cristo, a tribo que vivia naquela região e que teria segundo muitos, sido a responsável pela construção das linhas, desapareceu misteriosamente por completo. E deixou para trás uma enorme desordem no local. E apenas em 1910, quando um antropólogo foi até Nazca para estudar os povos que viveram na região. Durante uma escavação, ele ficou chocado com o material deixado por estes povos ali. Algo que ele nunca tinha visto até então. Seus crânios: possuíam uma deformidade muito anormal para os estudiosos da época, um alongamento enorme de todo o crânio. Por que faziam isso? Ou de onde vieram esses crânios alongados? Ou até mesmo, seriam realmente humanos?
Ao longo dos anos, à medida que fomos conhecendo e desvendando mais o planeta e seus mistérios, descobrimos que os povos de Cahuachi no Peru não eram os únicos que possuíam crânios com esta deformação. Como por exemplo, quando em 1870 um botânico alemão em expedição pelas florestas do Congo descobriu tribos que fazia a deformação de suas cabeças desde crianças. Com tecidos presos às cabeças muito apertados, eles conseguiam ao longo dos anos promover um alongamento dos ossos do crânio. Mas afinal para que faziam e fazem isso ainda hoje? Qual o propósito de tudo isso? Será que diferenciar elite do resto da sociedade? Será que tentam demonstrar ou ter uma maior capacidade e habilidade mental, com um cérebro maior do que o comum? Ou queriam copiar seus deuses?
E neste último ponto que muitos apóiam, alguns sugerem que os crânios alongados seriam um mimetismo dos deuses astronautas, pois, são muito parecidos com os greys.
Porém outro lado dos cientistas diz que seria apenas uma demonstração artística corporal, como tatuagens, piercings entre outras coisas. Mas, o fato é que alongamento de crânios não existe apenas no Peru e no Congo, é na verdade um fenômeno global. Existem diversos achados em ilhas no Pacífico; em Malta; em várias regiões da África e na América do Sul. Como tantas regiões diferentes tiveram a mesma ideia de deformarem seus crânios? Alguém teria que ter os ensinado como alongar os crânios e teriam que ter tido alguma inspiração para tal feito. Até mesmo para famosos cientistas é inconcebível que tudo tenha ocorrido ao mesmo tempo por uma simples coincidência, teria que ter havido algum tipo de influência.
Quando ainda vamos mais além, chegamos ao Egito Antigo. Apenas para relembrar um pouco, muito antes dos faraós, muito antes das pirâmides, a história egípcia conta de uma época, o começo dos tempos. Diz a lenda que essa época foi marcada pelo momento em que os deuses desceram dos céus em bolas voadoras. E de acordo com os textos antigos, ele seria Neteru, um deus que veio do Cosmo, e junto a ele vieram outros deuses das estrelas, como Íris e Ísis, mais precisamente da constelação de Orion, e da estrela Sírius. Dizem que os deuses das estrelas nasceram dali. E o interessante é que as estrelas que vemos nos céus foram realmente nascidas dali, um berço de estrelas. Ou seja, a religião egípcia acredita sem dúvidas que seu princípio são as estrelas.
Rei Tut e Nefertiti com seus filhos com Aton (deus sol) no centro
Na décima oitava dinastia, do Império Novo, existiu um faraó, que mudou o Egito, Akhenaton ou Rei Tut, e para as escrituras, este era um faraó que havia descido das estrelas. Mas por quê? Akhenaton assim que assumiu abandonou a cidade onde a corte morava e abandonou o culto a diversos deuses, cultuava apenas a Aton, o deus sol. E como dizem as escrituras, ele fez isso, pois recebeu a visita daqueles que vinham do Cosmos e disseram a Akhenaton que esta era a maneira correta de louvar a deus. E Akhenaton dizia ter vindo destes seres celestiais, era divino, era um deus. Akhenaton revolucionou a cultura, religião, modo de vida, enfim, todo o Antigo Egito.
Busto do Rei Tut e sua múmia
Mas o mais estranho em imaginar quem era Akhenaton, é quando vemos suas representações. Em nada se assemelham com os outros faraós. Um corpo alto, magro, barriga protuberante, com uma estranha cabeça alongada. Exatamente como vimos em outras regiões do planeta. E não para por ai, sua esposa, Nefertiti e todos seus filhos são representados da mesma maneira. Sofreriam todos de alguma anomalia na cabeça? Teriam feito alongamento proposital como em certas regiões do Congo?
E pior que isto seria o fato de quando o fim do reino de Akhenaton chegou, a cidade construída em homenagem ao sol foi abandonada e o culto a diversos deuses retomados. Por quê? Ninguém pode nos responder, porém talvez sua identidade tivesse sido revelada e ele fora abandonado.
Busto de Nefertiti e sua múmia
Em 1907 o corpo de Akhenaton foi achado no Vale dos Reis, Egito. E confirmou muitas coisas para os egiptólogos e cientistas em geral. Mas uma confirmação surpreendeu a todos, o real crânio alongado de Akhenaton, confirmando suas representações. E anos depois, em 1922, quando encontrada a tumba de Tutankamon, filho de Akhenaton, outra curiosidade, seu crânio também era alongado. Teria herdado do pai?
Esses são alguns dos muitos exemplos de deformidades no crânio não explicadas por cientistas, todos apenas afirmam sobre as possibilidades já discutidas, cada grupo defende seu lado. Mas a discussão sempre existirá.

domingo, 25 de julho de 2010

Linhas de Nazca

Quando retornamos ao Peru, indo ao deserto de Nazca, no oeste do Peru, uma região totalmente inóspita, sem condição nenhuma para cultivo de animais ou agricultura. Como todo deserto, muito quente durante o dia e muito frio durante a noite, falta de água, plantas, terreno muito irregular, ou seja, uma região onde ninguém gostaria de viver. Porém, por ser um lugar completamente inabitado, desértico, afastado de qualquer tipo de civilização, mudanças climáticas bruscas e influências de outros fatores, é um local que preserva muito bem os recursos naturais e tudo o que estava no lugar desde muito antes mesmo de as linhas terem sido construídas.
Linhas que foram construídas por volta de 650 a 400 a.C., por algum povo que talvez vivesse na região na época, porém não existem claras respostas para a de quem as teria construído. Mas claro que se vermos linhas feitas no chão do deserto, desenhos de animais como alguns vistos abaixo. Colibri, macaco, aranha, peixes entre outros, são os exemplos de animais encontrados no local, porém o que nos surpreende é; foram construídos com um tamanho que só poderiam ser entendido se vistos do céu, uma vez que a região não possui montanhas grandes o suficiente para visualizá-las. Isso significa que se quem construiu as fez assim, foi para mostrar para alguém que estava nos céus. Teriam feitos para os deuses? Tentavam demonstrar um pouco do que existia no nosso planeta para alguém que estivesse nos céus?
E depois de nos surpreendermos com os gigantescos desenhos de animais, vemos estas longas linhas, algumas com quilômetros de comprimento. Qual a finalidade destas linhas perfeitas num deserto? Linhas ainda evidenciadas por um pó branco, feito de vidro moído como areia. Esse pó está lá desde que foram construídas, não foi colocado depois. Se compararmos estas linhas perfeitas com pistas de pouso de atuais aeronaves, podemos supor que teriam a mesma finalidade, pois não existiam estradas que começassem e terminassem bruscamente, e pelo tamanho, não existiam carros ou nada movido à roda, já que não existiam rodas no local. Mas por que aquele local?
Talvez, o fato de aquela região preservar tão bem todas as fontes naturais possíveis, seria um local perfeito para coletar dados sobre o planeta. Recentemente especialistas conseguiriam reconstruir linhas parecidas e desenhos de animais com o tamanho similar e com ferramentas similares as que os povos possuíam naquela época. Mas, ainda assim, na época quem iria ver dos céus, talvez os deuses em que eles acreditavam. Mas se formos mais fundo, veremos algo muito mais complexo do que as faixas e os desenhos de animais. Observando a cadeia de montanhas acima notamos que algo esta faltando em algumas delas.
Acima de algumas montanhas, existem as faixas como em toda região, porém, reparem que para serem feitas as linhas, a montanha teve que ter seu cume removido ou literalmente cortado por completo, e ali construído as faixas. Todavia, não se encontra em lugar algum, as rochas e a terra removida das montanhas. Como removeram parte das montanhas, toneladas de terra e rocha de montanhas com muitos metros de altura? E onde colocaram tudo o que removeram de lá? E depois de vermos tudo isso, qual a real finalidade de todas as faixas e os desenhos? O que eles imaginavam ou que descia nas faixas?