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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Seres e monstros mitológicos

E haveriam provas destes seres citados no post anterior?
Em Nevada, nos EUA, uma tribo dizia que há um tempo relativamente recente, guerrearam com gigantes, e os trancaram em cavernas, matando-os com flechas e fogo.



Recentemente, arqueólogos fizeram pesquisas no local, e encontraram esqueletos humanos.




Comparação de uma arcada de humano e de um gigante

Olhando os esqueletos apenas, vemos seres humanos normais, mas comparando com esqueletos de pessoas com estatura média.





Notamos que os crânios são muito maiores, demonstrando que eram de pessoas com cerca de 1.40 metros. Muito grandes para aquela época. Porém, pouca pesquisa foi realizada encima dos esqueletos. Não seriam seres híbridos? Outro gigante conhecido seria Golias, da famosa briga entre Davi e Golias.

Golias teria cerca de 1.80 metros de altura. E achados recentes de rochas com textos da mesma época em que os textos diziam que Golias teria vivido, possuem as inscrições Golias.

Talvez comprovando que realmente existiu um Golias. Não seria Golias da Bíblia hebraica com seus 1.80 metros também um híbrido?

A Grécia dominou por muito tempo boa parte do planeta conhecido naquela época, seus deuses eram demasiadamente adorados. Templos muito famosos ainda hoje, foram erguidos para louvá-los. E anos mais tarde, o império romano se instaurou no mundo conhecido da época.
Zeus e Júpiter

Poseidon e Netuno
E talvez coincidentemente seus deuses possuíssem uma enorme similaridade. Zeus era Júpiter, seu irmão Poseidon era Netuno e Apólo era Apólo.

Apólo teria sido o Deus que não apenas cruzava os céus com seu carro de fogo todos os dias, mas aquele que ensinou para os humanos a construírem templos para os deuses. E existiu em duas culturas diferentes, fazendo sempre a mesma coisa. Coincidência ou realidade? Seria realmente um carro ou uma nave?
Poseidon e netuno, por exemplo, era um Deus, possuidor de um tridente, com poderes para criar tsunamis, maremotos, tudo apenas com o poder de um tridente. Seria realmente um simples tridente ou seria algo muito, além disso?
 
São diversas dúvidas que pairam sobre essas mitologias, mas algo podemos tirar de tudo isso, afinal. Para sociedades tão avançadas, como poderiam apenas viver em meio a lendas?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Crânios de cristal

Em 1924, em uma expedição feita por arqueólogos britânicos nas ruínas maias em Belize, na América Central, em uma pirâmide sem portas e apenas com uma pequena fenda em seu topo que permitia a entrada de alguém foi feito um grande achado. Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, uma arqueóloga filha adotiva do líder da expedição, Frederick Albert Mitchell-Hedges era a única com tamanho para entrar pela fenda, então a desceram através de uma corda. Anna enquanto descia dizia ver alguma luz no interior da pirâmide e foi atrás para descobrir o que brilhava daquela forma. Puxaram Anna novamente depois de um tempo e quando ela subiu novamente veio com um crânio de cristal feito a partir de uma peça de quartzo.

Anna e arqueólogos da expedição em 1924

Este é o crânio de cristal mais perfeito e mais famoso em todo o mundo. Após o achado, a expedição desceu e apresentou para os nativos locais, descendentes dos Maias. Quando viram o crânio era como se algo extraordinário estivesse acontecendo, como se seus deuses tivessem voltado. Todos começaram a chorar, abraçar-se e beijar, venerando o crânio. Frederick apresentou para o curandeiro local e este colocou num altar onde 24 horas por dia ele queimaria fogo ao redor do crânio.
Ritual Maia com o crânio de cristal

E assim, os velhos maias contaram para todos, uma antiga lenda Maia. "Há milhares de anos, treze crânios de cristal foram enterrados em lugares diferentes de nosso planeta. E estes crânios teriam a maior energia no planeta inteiro. E segundo eles, os crânios foram feitos possivelmente para conter informações dos deuses que um dia desceram dos céus. Continham um poder vindo de fora deste planeta, e quando os treze crânios estivessem juntos, algo de incrível iria acontecer neste mundo. Além disso, a lenda diz que existem doze mundos onde os habitantes vivem como nós, e de lá teriam vindo doze crânios, trazidos por habitantes destes mundos. E o décimo terceiro seria o crânio que conteria toda a informação sobre os outros doze mundos. E aqui na Terra, que seria o planeta dos filhos, os treze crânios seriam agrupados para manter informações únicas sobre todos os mundos entre diversos pontos importantes para todos."
Porém apenas sete crânios foram encontrados, quatro estão com colecionadores e três são comprovadamente falsos, foram criados para serem crânios pré-colombianos como os outros, mas foram descobertos como sendo peças feitas na Europa no século XIX, e estão em museus, um em Washington, nos EUA, um em Paris, na França e o outro no Museu Britânico, na Inglaterra.

Crânios falsos encontrados em museus

O crânio achado pela expedição de 1924 em Belize foi analisado nos anos 60 por um curador e restaurador de antiguidades chamado Frank Dorland. Ele julgou ser uma peça que fora esculpida por materiais não conhecidos, não foi metal ou algo conhecido para possivelmente esculpir a peça. Apenas destacou um pequeno pedaço nos dentes e outro nos olhos que poderiam ter sidos esculpidos por diamantes, que seria um método utilizado já há 300 anos. Porém o crânio poderia existir há mais de 12 mil anos. Como já sabemos o quartzo é essencial para diversos componentes na atualidade, incluindo computadores e telecomunicação. Um chip de quartzo pode conter milhares de informações, sem o quartzo não poderíamos manter informações e programar da maneira atual, diversos componentes. E seria natural que se alguma inteligência mais avançada que nós utilizássemos quartzo para armazenar informações. Assim, os crânios poderiam perfeitamente armazenar uma quantidade incrível de informações por serem feitos de quartzo.
Acreditar ou não nas antigas lendas Maias sobre os crânios de cristal? Fato é que já foi comprovado que algumas não foram feitas por ferramentas já utilizadas pelo homem. E como já mencionado, assim que foram vistos pelos antigos Maias, foi um choque para todos, ou seja, a lenda era muito conhecida. Será que realmente existem treze crânios de cristais originais espalhados pelo mundo? Será que eles realmente contêm energia e informações como diz a lenda? Podemos imaginar que algo está por trás destes crânios que nos fascinam tanto por perfeição e beleza, além de toda história por trás. E acima de tudo, esperamos que um dia, sejam ao menos encontradas todas as treze peças para assim, sabermos se a lenda é verdadeira.


Fontes principais:
http://www.crystalskulls.com/
http://publishingarchaeology.blogspot.com/2008/05/blog-post.html http://www.britishmuseum.org/the_museum/news_and_press_releases/statements/the_crystal_skull.aspx

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Crânios alongados ao redor do mundo

Viajando a Cahuachi no Peru, mesma re- gião onde existem as linhas de Nazca, cer- ca de 500 anos depois de Cristo, a tribo que vivia naquela região e que teria segundo muitos, sido a responsável pela construção das linhas, desapareceu misteriosamente por completo. E deixou para trás uma enorme desordem no local. E apenas em 1910, quando um antropólogo foi até Nazca para estudar os povos que viveram na região. Durante uma escavação, ele ficou chocado com o material deixado por estes povos ali. Algo que ele nunca tinha visto até então. Seus crânios: possuíam uma deformidade muito anormal para os estudiosos da época, um alongamento enorme de todo o crânio. Por que faziam isso? Ou de onde vieram esses crânios alongados? Ou até mesmo, seriam realmente humanos?
Ao longo dos anos, à medida que fomos conhecendo e desvendando mais o planeta e seus mistérios, descobrimos que os povos de Cahuachi no Peru não eram os únicos que possuíam crânios com esta deformação. Como por exemplo, quando em 1870 um botânico alemão em expedição pelas florestas do Congo descobriu tribos que fazia a deformação de suas cabeças desde crianças. Com tecidos presos às cabeças muito apertados, eles conseguiam ao longo dos anos promover um alongamento dos ossos do crânio. Mas afinal para que faziam e fazem isso ainda hoje? Qual o propósito de tudo isso? Será que diferenciar elite do resto da sociedade? Será que tentam demonstrar ou ter uma maior capacidade e habilidade mental, com um cérebro maior do que o comum? Ou queriam copiar seus deuses?
E neste último ponto que muitos apóiam, alguns sugerem que os crânios alongados seriam um mimetismo dos deuses astronautas, pois, são muito parecidos com os greys.
Porém outro lado dos cientistas diz que seria apenas uma demonstração artística corporal, como tatuagens, piercings entre outras coisas. Mas, o fato é que alongamento de crânios não existe apenas no Peru e no Congo, é na verdade um fenômeno global. Existem diversos achados em ilhas no Pacífico; em Malta; em várias regiões da África e na América do Sul. Como tantas regiões diferentes tiveram a mesma ideia de deformarem seus crânios? Alguém teria que ter os ensinado como alongar os crânios e teriam que ter tido alguma inspiração para tal feito. Até mesmo para famosos cientistas é inconcebível que tudo tenha ocorrido ao mesmo tempo por uma simples coincidência, teria que ter havido algum tipo de influência.
Quando ainda vamos mais além, chegamos ao Egito Antigo. Apenas para relembrar um pouco, muito antes dos faraós, muito antes das pirâmides, a história egípcia conta de uma época, o começo dos tempos. Diz a lenda que essa época foi marcada pelo momento em que os deuses desceram dos céus em bolas voadoras. E de acordo com os textos antigos, ele seria Neteru, um deus que veio do Cosmo, e junto a ele vieram outros deuses das estrelas, como Íris e Ísis, mais precisamente da constelação de Orion, e da estrela Sírius. Dizem que os deuses das estrelas nasceram dali. E o interessante é que as estrelas que vemos nos céus foram realmente nascidas dali, um berço de estrelas. Ou seja, a religião egípcia acredita sem dúvidas que seu princípio são as estrelas.
Rei Tut e Nefertiti com seus filhos com Aton (deus sol) no centro
Na décima oitava dinastia, do Império Novo, existiu um faraó, que mudou o Egito, Akhenaton ou Rei Tut, e para as escrituras, este era um faraó que havia descido das estrelas. Mas por quê? Akhenaton assim que assumiu abandonou a cidade onde a corte morava e abandonou o culto a diversos deuses, cultuava apenas a Aton, o deus sol. E como dizem as escrituras, ele fez isso, pois recebeu a visita daqueles que vinham do Cosmos e disseram a Akhenaton que esta era a maneira correta de louvar a deus. E Akhenaton dizia ter vindo destes seres celestiais, era divino, era um deus. Akhenaton revolucionou a cultura, religião, modo de vida, enfim, todo o Antigo Egito.
Busto do Rei Tut e sua múmia
Mas o mais estranho em imaginar quem era Akhenaton, é quando vemos suas representações. Em nada se assemelham com os outros faraós. Um corpo alto, magro, barriga protuberante, com uma estranha cabeça alongada. Exatamente como vimos em outras regiões do planeta. E não para por ai, sua esposa, Nefertiti e todos seus filhos são representados da mesma maneira. Sofreriam todos de alguma anomalia na cabeça? Teriam feito alongamento proposital como em certas regiões do Congo?
E pior que isto seria o fato de quando o fim do reino de Akhenaton chegou, a cidade construída em homenagem ao sol foi abandonada e o culto a diversos deuses retomados. Por quê? Ninguém pode nos responder, porém talvez sua identidade tivesse sido revelada e ele fora abandonado.
Busto de Nefertiti e sua múmia
Em 1907 o corpo de Akhenaton foi achado no Vale dos Reis, Egito. E confirmou muitas coisas para os egiptólogos e cientistas em geral. Mas uma confirmação surpreendeu a todos, o real crânio alongado de Akhenaton, confirmando suas representações. E anos depois, em 1922, quando encontrada a tumba de Tutankamon, filho de Akhenaton, outra curiosidade, seu crânio também era alongado. Teria herdado do pai?
Esses são alguns dos muitos exemplos de deformidades no crânio não explicadas por cientistas, todos apenas afirmam sobre as possibilidades já discutidas, cada grupo defende seu lado. Mas a discussão sempre existirá.