segunda-feira, 18 de abril de 2011

Desenhos nas plantações

A 144 km a oeste de Londres, existe o distrito de Wiltshire, uma região histórica de fazendas, muito próximo de monumentos antigos como Stonehenge e Avebury. Em 1978, a cidade se tornou foco de um mistério. Um grupo de círculos surgiu em campos de trigo, cevada e centeio, da noite para o dia.

 
Jornal de Hertfordshire, Inglaterra
Uma antiga história dizia que um demônio ceifador ia às plantações e da noite para o dia fazia. Um fazendeiro da cidade de Hertfordshire na Inglaterra de agosto de 1678 disse que precisava ceifar suas plantações, mas o pobre ceifador cobrava muito e o fazendeiro então afirmou: "O demônio deve fazer o serviço em vez de você.". E no dia seguinte, a sua plantação estava ceifada. Foram três acres e meio em uma noite, algo impossível de ser realizado em uma noite no século XVII. Assim criou-se a lenda do demônio ceifador.
Mas nunca acabaram levando essa lenda muito adiante no tempo, uma vez que não houveram mais relatos. Porém assim que os círculos seguiram aparecendo na mesma região na Inglaterra, estudiosos e teóricos foram investigar. A princípio julgaram serem formações feitas por redemoinhos, mas com o passar do tempo as formações foram se tornando mais complexas, o que eliminou essa possibilidade.
Teóricos então levaram para o lado da paranormalidade, relacionando com OVNIS. Mas por que seres alienígenas gostariam de se comunicar através de círculos em plantações que assim como em Nazca só poderiam ser vistas do ar?
E por que eram feitos na Inglaterra tão próximos das famosas e misteriosas construções megalíticas da antiguidade?
Talvez alguém quisesse se comunicar através dos círculos conosco era o que sugeriam os teóricos. Alguns ainda diziam que eram viajantes do tempo que faziam para passar algum tipo de mensagem.
Desenho próximo de Stonehenge
Foi quando em 1990, dois senhores foram à mídia e afirmaram que foram eles que fizeram os círculos, e provaram em uma noite numa plantação que era possível fazer um complexo círculo com ferramentas básicas, como cordas e tábuas de madeira.
Muitos deixaram de pesquisar sobre, assim que essa afirmação foi feita. Mas ao longo dos anos complexas e mais complexas formações apareciam nos campos ingleses. Especialistas seguiram estudando a fundo cada uma delas. E concluíram que boa parte dos círculos eram impossíveis de serem feitos apenas por mãos humanas em uma só noite.
Um exemplo era que em todas feitas por pessoas, a plantação era disformemente baixada, enquanto em alguns que consideram inexplicáveis, cada haste de trigo era perfeitamente alinhada às outras.
William Levengude
Em 1991, o biofísico William Levengude, terminou uma série de estudos com mais de trezentas formações durante 10 anos com círculos. Concluindo que eram formações feitas por uma energia chamada de plasma vortex giratório, que desceria de um ponto muito alto da atmosfera. Essa energia formaria os círculos com complexos desenhos, mas o próprio cientista disse que não sabia dizer de onde vinha a energia e nem como conseguia moldar os círculos.
Diversos novos estudos foram feitos, mas nenhum concluiu exatamente o que fazia, nem o porquê ou como. Isso significa que tudo ainda segue sendo um mistério.
Um ponto que todos acham relevante é o de que muitos aparelhos levados aos locais considerados legítimos círculos, falham. Celulares, câmeras, baterias, entre outros, acabam não funcionando naquele local. Dai, muitos afirmam que essa estranha energia influi no que ocorre no local, mesmo depois dos círculos estarem feitos.
Mas quem as faria? Espíritos de outra dimensão? Viajantes do tempo? Ou seres extraterrestres? A única afirmação certa é a de que é alguém inteligente.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mutilação de animais e os monstros egípcios

Em sete de setembro de 1967, numa fazenda em Alamosa, Colorado, uma égua desapareceu, o dono resolveu sair em busca da sua égua Snippy pela região de sua fazenda. E a encontrou, mas para sua surpresa, estava mutilada do pescoço para cima, um corte cirúrgico. Na necropsia, foi descoberto que seu coração e cérebro foram removidos de forma limpa, sem deixar vestígios, além de seu corpo estar cheirando formol. Também foi confirmado que todo o líquido espinhal foi removido. O caso foi chocante para todos. 
E de lá para cá cerca de cinqüenta mil casos semelhantes ocorreram ao redor do mundo. A maioria sempre envolvendo gado.
Porém foi apenas em meados da década de 70 que começaram a pensar que as mutilações estariam relacionadas à ufologia. Quando fazendeiros viam seus animais saudáveis e protegidos num dia serem mutilados e mortos no outro. E sempre com cortes cirúrgicos, impossíveis de serem feitos apenas com facas ou qualquer ferramenta.
Foram feitas pesquisas aprofundadas e todos diziam que aquilo não era algo feito por seres humanos para nenhum fim. Havia apenas a explicação de que, seriam feitos por algo do espaço exterior. Foi obtida uma resposta aberta de um membro do governo que seria uma possível cultura genética da Terra feita pelos não-humanos. Para cá uma cultura genética da Terra? O que queria da genética dos nossos animais?
Quando vamos ao antigo Egito, vemos similaridades como esta. Sabemos que existem referências egípcias a seres metade homens metade animais. Híbridos que eram descritos nas pinturas nas paredes. Como vemos abaixo, as cabeças de seres humanos era removida, um tubo era colocado e depois a cabeça de um animal era colocado no lugar.
E ainda mais antigo que isto, temos os Anunnakis dos Sumérios, que foram a primeira civilização do planeta. Os Anunnaki eram homens com cabeças de aves.
Mas não existem evidências físicas destes seres? Se encontrássemos seus esqueletos poderíamos ter a garantia de todas estas teorias ou histórias.
Mural do templo dedicado a Apis, o touro sagrado

Em Saqqara, Egito, próximo da primeira pirâmide egípcia, em 1851, o egiptólogo Auguste Mariette fez um importante achado. Quando explorava a tumba dedicada ao touro sagrado Apis. Ele abriu os sarcófagos esperando achar o esqueleto ou múmia de um touro, mas para sua surpresa não o achou. Dentro de cada sarcófago havia diversos ossos de sete tipos de animais diferentes misturados com breu, uma resina negra semelhante ao asfalto. 
De acordo com todos os textos egípcios, monstros existiam naquela época. E por que não poderiam os sacerdotes egípcios pedir para que seus servos capturassem, matassem e destruíssem esses monstros, jogando depois em meio ao breu e assim sumirem de vez com
Ossos misturados ao breu
qualquer evidência desses animais. Se encon- tramos tantos animais e pessoas mumi- ficadas para que retornassem de suas vidas. Então por que estes estavam destruídos? Talvez para jamais retornarem.
Será que ocorreram experiências genéticas na antiguidade assim como fazemos hoje em dia? Algo não poderia ter saído do controle e a morte dos monstros foi necessária?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Faixa de buracos em Pisco Valley

A região é famosa por conter diversos tipos de matérias-primas. E principalmente por conter pedras preciosas muito utilizadas por civilizações locais, como os Incas. Adornos de ouro, hematita e quartzo. Além de ocre vermelho, muito utilizado para pinturas. Por isso, nas primeiras expedições espanholas, muito ouro e outras pedras preciosas eram levados aos montes para a Europa. O ouro em especial era considerado a pedra pura e perfeita pelos nativos que podia chegar a curar os enfermos, uma pedra enviada pelos deuses. E existem evidências de que o ouro poderia ser utilizado em antigas baterias por ser um excelente condutor de eletricidade.

E no Peru, encontramos demonstrações de que muito antes de Cristo, já existiam buscas por ouro. Nativos estariam de fato minando locais e coletando o ouro. Para quê? Apenas para adornos e jóias?
Quando chegamos a Nazca, além das famosas linhas e dos misteriosos desenhos, encontramos algo ainda mais intrigante.

No chamado, Pisco Valley ou Vale do Pisco, existe uma faixa de buracos que se estende por 1.44 quilômetros de extensão, conhecida como Band of Holes. Além de possuir de 6 a 10 metros de diâmetro, 90 cm uma da outra e cada um com até 2 metros de profundidade. Formação totalmente padronizada, como se fosse a marca de algo que rolou pelo sítio.
São cerca de dez mil buracos que foram feito sabe-se lá para que ou quando foram feitos, mas em uma linha perfeita, que só pode ser notada quando vista do céu, assim como as linhas. Talvez passasse alguma mensagem codificada.

Famosos arqueólogos sugerem que seria um campo de plantação de tipos específicos de grãos. Porém nenhuma evidência de semeadura foi encontrada nos buracos. Outros dizem que seria uma formação natural. Mas com tamanha perfeição, só poderia ter sida feita por seres inteligentes. Mas o que ou quem os fez? E para quê?

Teóricos dizem que poderia ter sido feito para levar os guardiões dos céus ou deuses até um campo cheio de matérias-primas. Ou talvez que alguma máquina alienígena passou por ali recolhendo talvez ouro e outras matérias. Nada se comprova, porém a faixa de buracos não tem explicação. Se algo estivesse no fundo dos buracos, já foi há tempos removido. E se foi alguma civilização local humana específica quem os fez, não existe nenhuma evidência.