Após analisarmos diversas culturas, folclores, mitologias e religiões, iremos agora analisar um pouco da maior religião do mundo, o Cristianismo, além do Judaísmo e os Hebreus. Destaco que não iremos discutir sobre teorias da conspiração. Iremos interpretar tudo o que pode ser encontrado na Bíblia e tentar buscar algo mais concreto nisso. Logo que abrimos a bíblia, no Gênese, podemos encontrar a criação do universo e do planeta Terra. Após isso Deus criou o homem. Sabemos que para o Cristianismo, existia então um único Deus que criou tudo o que conhecemos. Naquele momento da criação não existia ninguém vivendo com Deus. Mas quando lemos na Bíblia, no capítulo 1, versículo 26, "E disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança;...".
Se só existia um Deus, porque o homem teria a "Nossa" semelhança, isso significa exatamente que Deus criara o homem baseando na semelhança de mais de uma pessoa. Então ele não vivia só, a sentença só faz sentido se mais de um Deus existisse. Então o correto seria os Deuses criaram o homem baseando-se na semelhança deles e não de um só Deus. A referência cristã de Deus no plural existe desde a bíblia em hebreu, ou seja, não foi jamais alterado. Esta história da
criação é bastante conhecida por cristãos e por judeus, porém, talvez poucas pessoas saibam que muitos e muitos anos antes da Bíblia ser escrita, a mesma história já existia. Fora contata por sumérios, assírios, babilônicos e se formos analisar, até mesmo em histórias Maias, podemos encontrar a mesma história. Como a mesma história contida na Bíblia dos Judeus poderia existir em todo o globo anos antes da própria Bíblia ter sido criada? Talvez seja a comprovação de que a história é real. Alguém realmente veio até o planeta e criou o ser humano. Muito daquilo que está na Bíblia já foi comprovado que fora retirado dos textos sumérios. Uma vez que, por exemplo, Moisés vivera durante anos no Antigo Egito e como sabemos o Egito já foi parte do império Assírio, desta forma a cultura dos sumérios foi implantada no Egito. E muito provavelmente Moisés adotou alguns pontos para sua jornada. De fato quando lemos as placas onde fora escrito o poema conhecido como Epopeia de Gilgamés, e o comparamos com a Bíblia, encontramos diversas similaridades. E um fato que representa perfeitamente bem essa relação entre a Bíblia e a Epopeia de Gilgamés é o grande dilúvio. Em uma placa do poema de Gilgamés, ele sai em busca do pai dos homens, atravessa o mar e chega até Utnapischtim, e para seu espanto o pai dos homens se assemelhava em forma e tamanho a Gilgamés. E assim, Utnapischtim relato algo incrível. Há algum tempo, os deuses vieram a Terra e o avisaram sobre um grande dilúvio que iria ocorrer, além de pedirem que ele construísse um grande barco e nele colocasse sua família, artesãos e amigos. Enquanto ocorria a grande cheia, Utnapischtim dizia que via os outros homens que não pode levar sofrendo com o dilúvio. Depois de muito tempo, ele lançou um corvo e um pombo para achar terra e atracou em uma montanha então. O paralelismo de ambas as situações jamais fora discutida ou posta em dúvida por nenhum pesquisador.
Porém há a diferença de em uma história existirem diversos "deuses" e em outra ser apenas um Deus. E na história de Gilgamés, o dilúvio é contado em primeira pessoa, ou seja, seria uma testemunha ocular do cataclismo. Que houve um evento catastrófico na Antiguidade no Oriente, nenhum cientista nega, pois realmente ocorreu. Apesar de se discutir sobre a ainda existência de pedaços de madeira que pertenciam à grande arca, essa possibilidade é quase que completamente remota.
No fim de 1900, um time de mergulhadores buscadores de esponjas, liderados pelo capitão Dimitrios Kondos, estava em meio a uma enorme tempestade que os impedia de retornar da África, decidiu mergulhar em busca de esponjas na costa da ilha Anticítera. E como usavam roupas especiais, escafandros ligados por cabos de oxigênio, ficavam horas no fundo do mar buscando esponjas. Depois de um tempo, um mergulhador avistou um naufragado navio com 60 metros, dizendo ter vistos corpos de animais e pessoas. O próprio capitão resolveu mergulhar e se deparou com diversas estátuas de bronze. Então, o grupo resolveu resgatar o máximo de peças possíveis do naufrágio e depois retornaram para a Grécia.
Dois anos mais tarde, outra expedição da marinha grega e do ministério da educação ocorreu no local, encontrando diversas importantes peças gregas que datavam de séculos antes de Cristo. Mas em uma destas expedições, um arqueólogo chamado Valerios Stais encontrou uma rocha com rodas de engrenagens dentro dela. Estudos foram feitos e acreditava-se ser um antigo relógio. Mas descobriu-se depois que ser muito mais do que um relógio. Após diversos estudos sobre as engrenagens, foi descoberto que aquele mecanismo era capaz de calcular posições astronômicas e eventos astronômicos que já haviam ocorrido e que iriam ocorrer. O naufrágio datava dentro do primeiro século antes de Cristo. E ao aparelho foi dado o nome de máquina de Anticífera.
Uma roda dentada maior seria o movimento do Sol, outra o movimento da Lua, ou seja, anos
solares e as posições muito estudadas pelos gregos sobre as órbitas lunares.
Durante os anos 60, um físico chamado Derek J. de Solla Price estudou minuciosamente a máquina de Antifícera. E apenas em 1971 as respostas para o aparelho foram levadas ao público. Era um calculador astronômico muito complexo. Através de testes de raios gama foi desvendado os mecanismos e engrenagem dentro da caixa metálica. E assim, o professor Price concluiu que seria impossível conceber algo tão avançado como aquele na era helenística, não poderia existir. Estudiosos não aceitavam nada sobre as conclusões de Price.
Recentes pesquisas, inclusive orientadas por grandes Universidades e pela HP, concluíram que ao todo 30 engrenagens faziam o mecanismo funcionar, podiam prever ciclos astronômicos, eclipses, todos os ciclos dos Jogos Olímpicos, navegações e importantes para a cronologia grega. Poderiam não apenas ajudar navegantes como também calendários agrícolas. Poderia até mesmo ter fins políticos, uma vez que se sabia tudo sobre eventos futuros. Podia dizer as posições dos planetas e diversos fatos que se julgava apenas terem sido possíveis a partir do século 16, mas por seu tamanho apenas no século 18.
Engrenagens completas do aparelho
Não foi possível descobrir quem a construiu, cada estudioso acredita ter sido uma região do mediterrâneo que a construiu, mas ninguém garante a sua origem. Teria realmente sido nós humanos que quase cem anos antes de Cristo construímos algo tão inacreditável como este aparelho? Teriam existido outros como a Máquina de Anticífera?
Demonstração de como seria o aparelho completo
Se computadores foram criados apenas no século 20 e aparelhos pouco parecidos no século 18, como há mais de 2000 anos poderiam fazer algo que nem hoje imaginaríamos existir? Não teriam sido criados por seres mais avançados tecnologicamente que os humanos de 2 milênios atrás?
Em 1924, em uma expedição feita por arqueólogos britânicos nas ruínas maias em Belize, na América Central, em uma pirâmide sem portas e apenas com uma pequena fenda em seu topo que permitia a entrada de alguém foi feito um grande achado. Anna Le Guillon Mitchell-Hedges, uma arqueóloga filha adotiva do líder da expedição, Frederick Albert Mitchell-Hedges era a única com tamanho para entrar pela fenda, então a desceram através de uma corda. Anna enquanto descia dizia ver alguma luz no interior da pirâmide e foi atrás para descobrir o que brilhava daquela forma. Puxaram Anna novamente depois de um tempo e quando ela subiu novamente veio com um crânio de cristal feito a partir de uma peça de quartzo.
Anna e arqueólogos da expedição em 1924
Este é o crânio de cristal mais perfeito e mais famoso em todo o mundo. Após o achado, a expedição desceu e apresentou para os nativos locais, descendentes dos Maias. Quando viram o crânio era como se algo extraordinário estivesse acontecendo, como se seus deuses tivessem voltado. Todos começaram a chorar, abraçar-se e beijar, venerando o crânio. Frederick apresentou para o curandeiro local e este colocou num altar onde 24 horas por dia ele queimaria fogo ao redor do crânio.
Ritual Maia com o crânio de cristal
E assim, os velhos maias contaram para todos, uma antiga lenda Maia. "Há milhares de anos, treze crânios de cristal foram enterrados em lugares diferentes de nosso planeta. E estes crânios teriam a maior energia no planeta inteiro. E segundo eles, os crânios foram feitos possivelmente para conter informações dos deuses que um dia desceram dos céus. Continham um poder vindo de fora deste planeta, e quando os treze crânios estivessem juntos, algo de incrível iria acontecer neste mundo. Além disso, a lenda diz que existem doze mundos onde os habitantes vivem como nós, e de lá teriam vindo doze crânios, trazidos por habitantes destes mundos. E o décimo terceiro seria o crânio que conteria toda a informação sobre os outros doze mundos. E aqui na Terra, que seria o planeta dos filhos, os treze crânios seriam agrupados para manter informações únicas sobre todos os mundos entre diversos pontos importantes para todos."
Porém apenas sete crânios foram encontrados, quatro estão com colecionadores e três são comprovadamente falsos, foram criados para serem crânios pré-colombianos como os outros, mas foram descobertos como sendo peças feitas na Europa no século XIX, e estão em museus, um em Washington, nos EUA, um em Paris, na França e o outro no Museu Britânico, na Inglaterra.
Crânios falsos encontrados em museus
O crânio achado pela expedição de 1924 em Belize foi analisado nos anos 60 por um curador e restaurador de antiguidades chamado Frank Dorland. Ele julgou ser uma peça que fora esculpida por materiais não conhecidos, não foi metal ou algo conhecido para possivelmente esculpir a
peça. Apenas destacou um pequeno pedaço nos dentes e outro nos olhos que poderiam ter sidos esculpidos por diamantes, que seria um método utilizado já há 300 anos. Porém o crânio poderia existir há mais de 12 mil anos. Como já sabemos o quartzo é essencial para diversos componentes na atualidade, incluindo computadores e telecomunicação. Um chip de quartzo pode conter milhares de informações, sem o quartzo não poderíamos manter informações e programar da maneira atual, diversos componentes. E seria natural que se alguma inteligência mais avançada que nós utilizássemos quartzo para armazenar informações. Assim, os crânios poderiam perfeitamente armazenar uma quantidade incrível de informações por serem feitos de quartzo.
Acreditar ou não nas antigas lendas Maias sobre os crânios de cristal? Fato é que já foi comprovado que algumas não foram feitas por ferramentas já utilizadas pelo homem. E como já mencionado, assim que foram vistos pelos antigos Maias, foi um choque para todos, ou seja, a lenda era muito conhecida. Será que realmente existem treze crânios de cristais originais espalhados pelo mundo? Será que eles realmente contêm energia e informações como diz a lenda? Podemos imaginar que algo está por trás destes crânios que nos fascinam tanto por perfeição e beleza, além de toda história por trás. E acima de tudo, esperamos que um dia, sejam ao menos encontradas todas as treze peças para assim, sabermos se a lenda é verdadeira.
Fontes principais:
http://www.crystalskulls.com/
http://publishingarchaeology.blogspot.com/2008/05/blog-post.html http://www.britishmuseum.org/the_museum/news_and_press_releases/statements/the_crystal_skull.aspx