segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Baalbek - a cidade do sol

Viajemos agora para a Ásia, continente cheio de mistérios do passado e muitos ainda atuais. No Líbano, país localizado na Ásia Ocidental, banhado pelo Mar Mediterrâneo. Exatamente na região onde surgiram as primeiras civilizações como já comentamos em posts anteriores. Apesar de terem indícios de civilização com mais de 7000 anos na região, seu desenvolvimento ocorreu principalmente pelas mãos dos Fenícios, que surgiram em torno de 1500 a.C.. Iniciou-se logo após Alexandre O Grande conquistou a região, os Fenícios desapareceram e logo após a morte de Alexandre iniciou-se o período helenístico, e cerca de 200 anos depois a região do Líbano foi dominada pelo Império Romano. Muitas cidades, acrópoles, cidades-estados que já existiam desde a dominação fenícia foram mantidas, mas reconstruídas pelos romanos, que também seguiam como os Gregos o politeísmo antropomórfico. E uma cidade de grande destaque é Baabek, com o nome grego Heliópolis. Uma cidade grandiosa, cheia de megalíticas construções, que seguiam os padrões romanos. Até então não vemos nada de estranho, afinal, os romanos possuíam um grande ego, gostavam de tudo muito grandioso e fizeram grandes construções por toda a Europa, parte da Ásia e até mesmo regiões da África. Então o que podemos ver de estranho nesta cidade? Já sabemos que a cidade de Baalbek foi feita cerca de 100 anos antes de Cristo. Analisemos então algumas imagens desta cidade.
Como vemos na imagem acima, temos algumas colunas, ou uma união de trilitos. Trilitos é um bloco de pedra apoiado em duas colunas. Vemos muitas colunas como essa no planeta inteiro, porém famosos na arquitetura romana e grega. O ponto é, cada coluna da imagem abaixo possui 60 toneladas e mais de 20 metros de altura. Além de blocos com 300 toneladas cada e três maiores com mais de 800 toneladas. A pergunta que fica é: Como poderiam mover, construir e levantar blocos com estas proporções. São muros e colunas feitos a partir de um bloco apenas com dezenas de toneladas. Nesta imagem vemos a “Pedra da mulher grávida” com simplesmente 1000 toneladas. Podemos imaginar como poderiam construir, lapidar e mover um bloco de 1000 toneladas?
Não contentes com este bloco, os romanos deixaram um bloco com impressionantes 1242 toneladas largado sem ter nunca sido utilizado para nada.
Baalbek possui um complexo de três grandes templos de três Deuses Gregos. E em todos, existem dezenas de construções grandiosas, perfeitamente preservadas. Porém nunca foram descritas como estas construções foram feitas, o que sabemos é que puderam mover e levantar blocos com dezenas de toneladas há 2000 anos, quando não existiam máquinas nem meios para a locomoção de tais estruturas. Então podemos apenas imaginar que alguma ajuda receberam ou que eram tão inteligentes para inventar instrumentos para mover os blocos. Porém se tinham tais instrumentos, onde estão?

domingo, 25 de julho de 2010

Linhas de Nazca

Quando retornamos ao Peru, indo ao deserto de Nazca, no oeste do Peru, uma região totalmente inóspita, sem condição nenhuma para cultivo de animais ou agricultura. Como todo deserto, muito quente durante o dia e muito frio durante a noite, falta de água, plantas, terreno muito irregular, ou seja, uma região onde ninguém gostaria de viver. Porém, por ser um lugar completamente inabitado, desértico, afastado de qualquer tipo de civilização, mudanças climáticas bruscas e influências de outros fatores, é um local que preserva muito bem os recursos naturais e tudo o que estava no lugar desde muito antes mesmo de as linhas terem sido construídas.
Linhas que foram construídas por volta de 650 a 400 a.C., por algum povo que talvez vivesse na região na época, porém não existem claras respostas para a de quem as teria construído. Mas claro que se vermos linhas feitas no chão do deserto, desenhos de animais como alguns vistos abaixo. Colibri, macaco, aranha, peixes entre outros, são os exemplos de animais encontrados no local, porém o que nos surpreende é; foram construídos com um tamanho que só poderiam ser entendido se vistos do céu, uma vez que a região não possui montanhas grandes o suficiente para visualizá-las. Isso significa que se quem construiu as fez assim, foi para mostrar para alguém que estava nos céus. Teriam feitos para os deuses? Tentavam demonstrar um pouco do que existia no nosso planeta para alguém que estivesse nos céus?
E depois de nos surpreendermos com os gigantescos desenhos de animais, vemos estas longas linhas, algumas com quilômetros de comprimento. Qual a finalidade destas linhas perfeitas num deserto? Linhas ainda evidenciadas por um pó branco, feito de vidro moído como areia. Esse pó está lá desde que foram construídas, não foi colocado depois. Se compararmos estas linhas perfeitas com pistas de pouso de atuais aeronaves, podemos supor que teriam a mesma finalidade, pois não existiam estradas que começassem e terminassem bruscamente, e pelo tamanho, não existiam carros ou nada movido à roda, já que não existiam rodas no local. Mas por que aquele local?
Talvez, o fato de aquela região preservar tão bem todas as fontes naturais possíveis, seria um local perfeito para coletar dados sobre o planeta. Recentemente especialistas conseguiriam reconstruir linhas parecidas e desenhos de animais com o tamanho similar e com ferramentas similares as que os povos possuíam naquela época. Mas, ainda assim, na época quem iria ver dos céus, talvez os deuses em que eles acreditavam. Mas se formos mais fundo, veremos algo muito mais complexo do que as faixas e os desenhos de animais. Observando a cadeia de montanhas acima notamos que algo esta faltando em algumas delas.
Acima de algumas montanhas, existem as faixas como em toda região, porém, reparem que para serem feitas as linhas, a montanha teve que ter seu cume removido ou literalmente cortado por completo, e ali construído as faixas. Todavia, não se encontra em lugar algum, as rochas e a terra removida das montanhas. Como removeram parte das montanhas, toneladas de terra e rocha de montanhas com muitos metros de altura? E onde colocaram tudo o que removeram de lá? E depois de vermos tudo isso, qual a real finalidade de todas as faixas e os desenhos? O que eles imaginavam ou que descia nas faixas?

domingo, 11 de julho de 2010

Pumapunku - existe o impossível?

Em um sítio próximo ao já discutido aqui, Tihuanaco, há quatro mil metros acima do nível do mar, onde nada além de grama e arbustos cresce, encontramos as que sejam talvez a maior prova da ajuda que os humanos receberam de seres de inteligência e tecnologia superior. Se a construção das Pirâmides do Egito é uma incógnita, perto deste sítio, as pirâmides são apenas brinquedos de criança. Grandes cientistas concluíram que as construções datam de 2000 a.C. e teria sido possivelmente construída pela única tribo que vivia na região de Tihuanaco na época, os Aymara. Porém, se analisarmos, veremos que para se construir um sítio como este seria necessário um plane- jamento minucioso, além de anotações, uma incrível inteligência, fora a tecnologia surpreendente que deveriam ter para que isto fosse idealizado e construído.E quem estudou os Aymara sabe que este povo não possuía nenhuma escrita, quanto mais demons- travam algum avanço ou capacidade para planejar ou construir algo tão grande. Hoje, quando vemos Pumapunku, concluímos que algo muito forte abalou o lugar, como se um enorme terremoto tivesse derrubado tudo de repente. Mas, quando vemos peça por peça que monta este sítio, não podemos conceber tamanha precisão, e planejamento acrescido a tecnologia que fora utilizado para que fosse realizada a construção. Além desta precisão milimétrica, existem blocos de mais de 400 toneladas, peso quase que totalmente impossível para se mover com um guindaste extremamente forte nos dias de hoje. Fora toda esta precisão, tecnologia e força utilizada na construção, algo ainda mais impressionante é o material utilizado para se esculpir estes blocos, foi utilizado diorito, um dos mais duros minerais do planeta, existindo raras pedras que poderiam esculpir e dar forma a um bloco tão duro, alguns exemplos seriam diamante e topázio.Ambos são minerais muito raros de serem achados, e pelo tamanho do sítio, seriam necessárias muitas toneladas destes minerais para serem agregados às ferramentas para que todo o sítio fosse construído.
Para os especialistas, Pumapunku desafia a lógica e a matemática, tamanha precisão, nenhuma imperfeição, fora os desenhos perfeitos e impressionantes encontrados nos blocos. Estes mesmos especialistas julgam completamente impossível de se reconstruir; ainda que alguns blocos pudessem ser copiados com ferramentas computadorizadas de enorme precisão, talvez não valesse o investimento e talvez não conseguisse ter perfeição e precisão para todos os blocos. Acima vemos uma ilustração de como eram os muros, feitos de blocos ligados por chumbo derretido.
As estruturas não aparentam ter significado nenhum, não apresentam nenhuma inscrição, nem nada que remeta a algum propósito, são apenas blocos e muros espalhados em uma grande área. Após vermos todas estas imagens e informações, como podemos explicar? Se cientistas, historiadores, arquitetos, engenheiros, artistas de rochas, enfim, diversos especialistas já afirmaram que é impossível reconstruir novamente Pumapunku e é totalmente impossível entender como foi construído. Então, qual seria o propósito destas construções megalíticas? Como conseguiam trabalhar com tal precisão em um material tão duro? E ainda, quem os construiu e como o fez?